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Humberto comanda reunião da bancada do PT no Senado com ministra do Meio Ambiente

O senador e líder do PT, Humberto Costa, comanda na noite desta segunda-feira (30/5), em Brasília, a reunião da bancada do partido no Senado com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O grupo conversa sobre o Código Florestal, que começa a ser apreciado na Casa Alta, e debate estratégias de ação para unificar o discurso dos parlamentares aliados.

O partido quer evitar que o código seja aprovado sem as discussões necessárias para o País. Segundo Humberto, caso o texto fosse sancionado da forma que saiu da Câmara dos Deputados, outros países poderiam questionar a posição do Brasil com relação ao meio ambiente e, em casos extremos, até adotar barreiras comerciais, deixando de adquirir produtos brasileiros.

“A bancada do PT sabe das consequências de aprovar um texto como este e está unida para evitar isso. Vamos trabalhar para que o projeto valorize a questão do meio ambiente e seja sancionado de acordo com as diretrizes apontadas pela presidenta Dilma na última semana”, afirmou Humberto.

Foto: Wilson Dias / Agência Brasil.

Expectativa de mais 3 milhões de empregos formais até dezembro

O Brasil deve terminar este ano gerando mais de 3 milhões de empregos formais. Esta é a expectativa do Ministério do Trabalho, que registrou em abril, segundo os dados do IBGE, o menor número de desempregados para o mês desde 2002.

Segundo especialistas, o país caminha para o pleno emprego, mas é preciso cuidado para que o grande volume não contribua para o aumento da inflação. Para o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, o governo já está tomando medidas para gerar mais vagas e conter a alta dos preços. Assista a matéria do jornal NBR sobre o assunto:

Humberto apresenta projeto de lei para regulamentar lista fechada

O senador e líder do PT, Humberto Costa, concedeu entrevista ao programa Conexão Senado, da Rádio Senado, na manhã desta segunda-feira (30/5) sobre um novo projeto de lei, proposto por ele, para regulamentar a lista fechada de candidatos – um dos itens mais polêmicos da reforma política brasileira – por meio de convenção partidária. O líder do PT explica o assunto, ouça:

Mercado reduz pela quarta semana seguida projeção para inflação oficial em 2011

Analistas e investidores do mercado financeiro reduziram pela quarta semana consecutiva a projeção da inflação oficial para este ano. Segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (30/5) pelo Banco Central, a expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,27% para 6,23%.

Já a perspectiva para a taxa básica de juros (Selic) foi mantida em 12,50% ao ano. Apenas os preços administrados pelo governo tiveram elevação nas projeções, passando de 4,95% para 5% em 2011.

No caso da estimativa para a taxa de câmbio, houve uma leve redução, de R$ 1,62 para R$ 1,61. O mercado financeiro acredita ainda em uma redução da relação entre a dívida líquida do setor público e o Produto Interno Bruto (PIB), que deve fechar o ano em 39,20% e não mais nos 39,23% projetados anteriormente.

Os analistas mantiveram em 4% a estimativa de crescimento da economia este ano. A expansão da produção industrial também foi mantida, em 3,73%.

No setor externo também não houve alterações. O déficit em conta-corrente permaneceu em US$ 60 bilhões, com o saldo da balança comercial projetado em US$ 20 bilhões e os investimentos estrangeiros diretos em US$ 50 bilhões.

Fonte: Agência Brasil.

Tags >> Brasil , Economia , Inflação

Mais de 56 milhões de novas cédulas do real estão em circulação no país

As novas notas de R$ 50 e R$ 100 já começam a fazer parte do dia a dia dos brasileiros quando vão aos bancos e caixas eletrônicos e fazem compras. Segundo dados do Banco Central (BC), referentes ao último dia 26, estão em circulação 41,024 milhões dessas cédulas com valor de face de R$ 50 e 15,291 milhões, de R$ 100. As novas notas de R$ 100 e R$ 50 começaram a circular no dia 13 dezembro do ano passado.

No total, são 56,315 milhões de notas da segunda família do real (R$ 50 e R$ 100) em circulação no país. Como a substituição das cédulas é feita gradualmente, de acordo com o desgaste das da primeira família, as notas antigas ainda vão predominar por algum tempo: circulam no país 1,292 bilhão de notas da primeira família, com valor de face de R$ 50 e 356,107 milhões de R$ 100. As notas de R$ 50, tanto as antigas como as novas, duram em média três anos e oito meses. No caso das de R$ 100, a durabilidade média é cinco anos.

Nos caixas eletrônicos, as novas notas também estarão acessíveis aos poucos. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a adaptação dos caixas eletrônicos para liberar as notas depende da estratégia de cada instituição. A adaptação é necessária, porque as novas cédulas têm tamanhos maiores: as de R$ 100 têm 15,6 centímetros (cm) por 7 cm e as de R$ 50,14,9 cm por 7 cm.

A Caixa, por exemplo, informou que está seguindo o cronograma estabelecido pelo BC para adaptação de 60% dos equipamentos de autoatendimento até outubro deste ano. O Banco do Brasil (BB) espera adaptar 3,643 mil terminais até o final de junho. Até setembro deste ano, a adaptação estará feita em 9 mil terminais do BB.

A secretária Gisele Ramos, de 27 anos, diz que, até agora, recebeu poucas informações sobre as novas notas. “Não vi muita notícia sobre isso. Quando recebi a primeira [cédula], até estranhei, pois não sabia que havia mudado”.

Já o motorista de táxi Antonio Araújo, de 44 anos, conta que recebe constantemente as novas notas de R$ 50, mas prefere guardar, em vez de repassar como troco para os clientes. “Eu tenho todas as novas notas que recebi guardadas. Não gosto de usá-las no dia a dia por causa do tamanho, que acaba atrapalhando”.

A estudante Joana Macedo, de 22 anos, gostou da aparência das novas notas: “estão mais bonitas, e o material me pareceu mais resistente que o das demais. Elas não amassam tão facilmente”.

Fonte: Agência Brasil.

Tags >> Brasil , Economia

Ligações por telefones fixos ficam mais baratas para 68 milhões de brasileiros

Cerca de 68 milhões de moradores de 560 municípios brasileiros vão pagar mais barato para falar por telefone fixo com municípios vizinhos a partir de deste domingo (28/5). Os usuários de 39 regiões metropolitanas, incluindo o Recife (PE), além de três regiões integradas de desenvolvimento, poderão fazer chamadas para cidades que tenham continuidade geográfica e o mesmo código de área nacional (DDD) ao custo de ligação local.

Os valores das ligações entre fixos e móveis não sofrerão alterações. A mudança nas tarifas faz parte da revisão do regulamento sobre áreas locais para o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), promovida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

As regiões metropolitanas contempladas no regulamento são: Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Londrina (PR), Maringá (PR), Baixada Santista (SP), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Vale do Aço (MG), Rio de Janeiro (RJ), Grande Vitória (ES), Goiânia (GO), Vale do Rio Cuiabá (MT), Salvador (BA), Aracaju (SE), Maceió (AL), Agreste (AL), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Recife (PE), Natal (RN), Cariri (CE), Fortaleza (CE), Sudoeste Maranhense (MA), Belém (PA), Macapá (AP), Manaus (AM), Capital (RR), Central (RR), Sul do Estado (RR), Florianópolis (SC), Chapecó (SC), Vale do Itajaí (SC), Norte/Nordeste Catarinense (SC), Lages (SC), Carbonífera (SC) e Tubarão (SC).

Nas regiões metropolitanas de Foz do Rio Itajaí (SC), São Paulo e a Grande São Luís (MA), todos os municípios já são considerados como área local. Também serão incluídas na mudança as áreas de desenvolvimento integrado que incluem o Distrito Federal e as cidades do Entorno (DF/GO/MG), o polo de Petrolina e Juazeiro (PE/BA) e a Grande Teresina (PI). A lista de todas as localidades contempladas com a mudança pode ser acessada na página da Anatel na internet.

Fonte: Agência Brasil.

Código Florestal como foi aprovado na Câmara pode agravar mudanças climáticas

Rio Solimóes, na Floresta Amazônica. Foto: Lubasi - Reprodução da Internet/www.flickr.com/photos/lubasi

Quatro dos cientistas brasileiros que fazem parte do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), da Organização das Nações Unidas (ONU), alertaram para o possível agravamento sobre o clima com a entrada em vigência da atual versão do Código Florestal aprovada pela Câmara. Segundo eles, o aumento da pressão sobre as áreas de florestas comprometerá os compromissos internacionais firmados em 2009 pelo Brasil na Conferência de Copenhague, de diminuir em até 38,9% a emissão de gases de efeito estufa (GEE) e reduzir em 80% o desmatamento na Amazônia até 2020.

Os cientistas, que são ligados à Coordenação de Programas de Pós-Gradução de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), falaram sobre o assunto durante um seminário que abordou as conclusões de um relatório do IPCC sobre energias renováveis, realizado na última semana.

Para a cientista Suzana Kanh, as posições internacionais assumidas pelo país serão prejudicadas, se o Senado não mudar o texto do código aprovado pela Câmara ou se a presidenta da República, Dilma Rousseff, não apresentar vetos. “O impacto do código é muito grande, na medida em que o Brasil tem a maior parte do compromisso de redução de emissão ligada à diminuição do desmatamento. Qualquer ação que fragilize esse combate vai dificultar bastante o cumprimento das metas brasileiras”, afirmou.

A cientista alertou que haverá mudanças climáticas imediatas no Brasil e na América do Sul com o aumento da derrubada de florestas para abrir espaço à agricultura e à pecuária, como vem ocorrendo no Cerrado e na Amazônia. “Com o desmatamento, há o aumento da liberação de carbono para a atmosfera, afetando o microclima, influindo sobre o regime de chuvas e provocando a erosão do solo, prejudicando diretamente a população”.

O cientista Roberto Schaeffer, professor de planejamento energético da Coppe, disse que a entrada em vigor do Código Florestal, como aprovado pelos deputados, poderá prejudicar o investimento que o país faz em torno dos biocombustíveis, principalmente a cana, como fontes de energia limpa. “Hoje os biocombustíveis são entendidos como uma das alternativas para lidar como mudanças climáticas. No momento em que o Brasil flexibiliza as regras e perdoa desmatadores, isso gera desconfiança sobre a maneira como o biocombustível é produzido no país e se ele pode reduzir as emissões [de GEE] como a gente sempre falou”, disse.

O geógrafo Marcos Freitas, que também faz parte do IPCC, considerou que o debate em torno do código deveria ser mais focado no melhor aproveitamento do solo, principalmente na revitalização das áreas degradadas. “O Brasil tem 700 mil quilômetros quadrados de terra que já foi desmatada na Amazônia, e pelo menos dois terços é degradada. Se o código se concentrasse nessa terra já seria um ganho, pois evitaria que se desmatasse o restante. A área de floresta em pé é a que preocupa mais. Pois a tendência, na Amazônia, é a expansão da pecuária com baixa rentabilidade”, afirmou.

Para ele, haverá impactos no clima da região e do país, se houver aumento na devastação da floresta decorrente do novo código. “Isso é preocupante, porque a maior emissão [de GEE] histórica do Brasil, em nível global, tem sido o uso do solo da Amazônia, que responde por cerca de 80% de nossas emissões. Nas últimas conferências [climáticas], nós saímos bem na foto, apresentando cenários favoráveis à redução no desmatamento na região. Agora há uma preocupação de que a gente volte a níveis superiores a 10 mil quilômetros quadrados por ano”.

A possibilidade de um retrocesso ambiental, se mantida a decisão da Câmara sobre o código, também foi apontada pelo engenheiro Segen Estefen, especialista em impactos sobre os oceanos. “Foi decepcionante o comportamento do Congresso, uma anistia para quem desmatou. E isso é impunidade. Uma péssima sinalização dos deputados sobre a seriedade na preservação ambiental. Preponderou a visão daqueles que têm interesse no desmatamento. Isso sempre é muito ruim para a imagem do Brasil”, disse.

O diretor da Coppe, Luiz Pinguelli, enviou uma carta à presidenta Dilma, sugerindo que ela vete parte do código, se não houver mudanças positivas no Senado. Secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Pinguelli alertou para a dificuldade do país cumprir as metas internacionais, se não houver um freio à devastação ambiental.

“O problema é o aumento do desmatamento em alguns estados, isso é um mau sinal. Com a aprovação do código, poderemos estar favorecendo essa situação. Seria possível negociar, beneficiando os pequenos agricultores. Mas o que passou é muito ruim”, afirmou Pinguelli, que mantém a esperança de que o Senado discuta com mais profundidade a matéria, podendo melhorar o que foi aprovado na Câmara.

Fonte: Agência Brasil.
Foto: Rio Solimóes, na Floresta Amazônica. Crédito: Lubasi – Reprodução da Internet/www.flickr.com/photos/lubasi.

Obras de Cândido Portinari ilustrarão o programa Brasil Sem Miséria

Imagens das obras de Cândido Portinari serão usadas nas ações do programa Brasil Sem Miséria, que será lançado na próxima semana pela presidenta Dilma Rousseff. O acordo foi feito nesta semana por João Cândido Portinari, filho de um dos mais ilustres artistas brasileiros e presidente do Projeto Portinari, que esteve no Palácio do Planalto e assinou, em conjunto com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, o termo de cessão das imagens por quatro anos, sem custo para o governo. “Meu pai foi um dos primeiros artistas brasileiros a gritar pela justiça social, contra a miséria e contra a violência. Ele estaria muito feliz de ver que a obra dele pode contribuir para um trabalho de tanta grandeza como é esse”, revelou.

Para a ministra Tereza Campello, o gesto de solidariedade da família Portinari é um dos muitos que o plano está recebendo e que vai receber durante sua implementação. “A inspiração da obra do Portinari vai ser uma inspiração para o Brasil Sem Miséria”, disse ela, que aproveitou a oportunidade para revelar que o plano será lançado no próximo dia 2 de junho. “A obra de Portinari representa o homem brasileiro e em especial o homem excluído que é a população que está sendo olhada pelo Brasil sem Miséria”, definiu a ministra.

“Retirantes” – Paulista de Brodowski (SP), Cândido Portinari tem mais de cinco mil obras, entre pequenos esboços e gigantescos murais. A temática social acompanhou toda o trabalho do artista, que iniciou a carreira em 1934, quando fez “Os Despejados”, tela que retrata uma família na beira da estrada de ferro. “Foi a primeira obra. Depois, a vida toda, até o último suspiro, fez obras com temas sociais”, lembra o filho.

A mais emblemática é a série “Retirantes” (imagem acima), de 1944, que retrata migrantes nordestinos que chegavam para trabalhar nas fazendas paulistas de cana-de-açúcar. Seguindo a tendência de painelistas mexicanos, a última obra de Portinari foi a execução de dois grandes painéis, de 14 metros de altura cada, intitulados “Guerra e Paz”. Atualmente, estão em restauro no Brasil e oferecidos pelo governo brasileiro para a sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York.

Fonte: Blog do Planalto.
Imagem: Divulgação Projeto Portinari.

Mulheres e o Mercado do Trabalho, documentário em homenagem a elas

O documentário Mulheres e o mundo do trabalho foi produzido em 2008 pelo Instituto de Políticas Alternativas para o Conesul. Muitos acreditam que as desigualdades entre homens e mulheres foi superada no Brasil, mas o Censo de 2007 constatou que elas trabalham mais do que o dobro da jornada deles, exercendo funções remuneradas sem deixar de cuidar da casa e da família. O filme foi exibido no programa Documentário, da TV NBR (Brasília). Assista abaixo:

Construção de creches e quadras esportivas fazem parte do PAC 2

A presidenta Dilma Rousseff, durante discurso nesta quinta-feira (26/5), na cerimônia de assinatura de termos de compromisso para construção de quadras esportivas escolares cobertas e unidades de educação infantil do PAC 2, e doação de bicicletas e capacetes escolares do programa Caminho da Escola, no Palácio do Planalto, disse que “um país que dá importância aos seus jovens e às suas crianças é um país que consolida a sua própria unidade como nação”. E mais do que isso: “É também um país que prepara o seu futuro, mas também torna o presente um presente mais promissor. Fazendo isso, ele também abre o caminho, não só para o combate à miséria, mas também para consolidar o desenvolvimento.”

“É por isso que este ato é um ato muito importante. Primeiro porque inicia claramente o nosso compromisso, na esfera da educação, com as condições que é necessário dar aos nossos jovens e crianças para que a educação seja uma experiência não apenas ligada ao saber, mas também ligada às práticas esportivas e ao lazer.”

A presidenta ressaltou que os dois programas – construção das creches e das quadras esportivas cobertas – fazem parte da política de seu governo para as cidades, “uma vez que o PAC não podia ser pura e simplesmente uma infraestrutura de transportes, uma infraestrutura energética”. Também era importante, continuou a presidenta, junto com o acesso à água e à luz elétrica investir na qualificação das cidades brasileiras.

 

A presidenta Dilma explicou que as creches, coberturas de quadras e a melhoria do transporte escolar integram o eixo social e urbano do PAC, que é completado também com questões relativas à pavimentação de ruas, principalmente em bairros populares, e um conjunto de intervenções para melhorar a qualidade de vida da cidade. Completam esse eixo os programas de saneamento e habitação e o Minha Casa, Minha Vida, disse Dilma Rousseff.

“Aliás, eu queria destacar que logo após nós anunciarmos o Brasil Sem Miséria – que nós faremos na próxima semana –, nós estaremos também, na sequência, abrindo já toda a segunda fase do programa Minha Casa Minha Vida, porque o Congresso Nacional deu uma grande contribuição aprovando a lei que modifica o Minha Casa, Minha Vida, melhorando as condições de construção e garantindo uma ampliação muito importante do Programa, de um milhão para 2 milhões de moradias”, disse a presidenta.

Segundo ela, no eixo do PAC há um programa que é o Comunidade Cidadã. Nele estão contempladas “a cobertura de quadras existentes e a construção de quadras cobertas”. Trata-se de “algo muito importante, porque essa parte do Programa permite que nós tenhamos um espaço não só para que as crianças e os jovens desfrutem da escola integralmente, principalmente no contra turno, mas também que exerçam atividades comunitárias, ao longo de toda a semana”.

A presidenta informou que serão construídas cerca de 12 mil quadras cobertas – entre cobertas novas, e entre quadras antigas com cobertura. “O prefeito [Isaac Cavalcante de Carvalho, prefeito de Juazeiro, na Bahia] disse uma coisa, aqui, muito importante: na cidade dele chega a 40 graus”, contou. E continuou: “Tem algumas cidades do país que… por exemplo, na cidade de São Paulo, que tem um período de chuvas, no qual uma quadra não pode ser usada pelas crianças e pelos jovens”. No sul do Brasil, prosseguiu, é o frio.

“Portanto, a existência de quadras cobertas é um fato que leva e eleva as condições da educação no país. Nós, até 2014, vamos construir seis mil novas quadras e vamos cobrir em torno de quatro mil quadras, no conjunto do país. Esse é um objetivo, também, que dialoga tanto com a formação de esportistas no Brasil, o que, sem sombra de dúvida, não é, ministro Orlando, é algo muito importante para o nosso país.”

Dilma Rousseff continuou o discurso recheado de números: “Eu queria também destacar que, junto com essas quadras, hoje nós estamos aqui num ato com creches e pré-escolas. O governo anterior, como disse o ministro Fernando Haddad, construiu um conjunto de… se eu não me engano, em torno de um pouco mais de duas mil creches, entre creches e pré-escolas. Nós pretendemos, ao longo dos próximos quatro anos, construir seis mil creches.”

“Mas também pelo aspecto ‘mulher’ que a existência de creches também contempla. Qual é esse aspecto? É o fato de que mães, hoje, no Brasil precisam de trabalhar e tem de ter onde deixar os seus filhos com segurança. Então, cumpre essas duas funções, e hoje nós estamos aqui assumindo o compromisso de construção de 138 unidades.”

Para a presidenta, além das quadras esportivas, até o final deste ano o governo atingirá a meta de 1,5 mil novas unidades de educação infantil. “São metas muito importantes e é por isso que nós assumimos, através da Medida Provisória 533, o compromisso de, enquanto essas crianças não estão computadas no Censo para integrar os pagamentos do Fundeb, nós, governo federal assumimos o compromisso de assegurar os recursos para garantir o custeio dessas creches, considerando que isso é um elemento essencial para que esse programa tenha sucesso, ou seja, o custeio e a qualidade do ensino nessas creches, e o atendimento às crianças nessas creches”, destacou.

Fonte: Blog do Planalto.
Foto: (1) Roberto Stuckert Filho / PR e (2) Reprodução da Internet.

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