Brasil

É um governo de asnos, jericos e jumentos, a começar pelo presidente, diz Humberto sobre a gestão de Temer

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Não satisfeito em destruir os direitos trabalhistas no país e rasgar a histórica CLT, o governo ilegítimo de Michel Temer, na avaliação do líder da Oposição do Senado, Humberto Costa (PT-PE), investe agora contra os aposentados e pensionistas brasileiros com a espúria articulação feita com verba pública e com o toma-lá-dá-cá de cargos para votar a reforma da Previdência no Congresso Nacional.
O senador ressaltou, nesta terça-feira (21), que o Palácio do Planalto e seus aliados querem aumentar a idade mínima, acabar com o regime previdenciário próprio dos servidores públicos e elevar o tempo de contribuição, medidas inadmissíveis sem uma ampla discussão com todos os setores sociais, principalmente neste momento em que o país está mergulhado no caos por conta de uma gestão altamente desastrosa.

“Afogado em denúncias, asfixiado pela rejeição popular e com uma base mantida à custa do saque do dinheiro do brasileiro, esse presidente golpista insiste em aprovar uma reforma que vai destruir a segurança de uma velhice tranquila. É um governo de asnos, jericos e jumentos, a começar pelo presidente da República”, afirma. “E quero aqui, aliás, me desculpar com esses animais, que não merecem esse tipo de comparação.”

Segundo o parlamentar, mais de R$ 20 milhões do orçamento da União foram gastos em uma campanha de publicidade mentirosa para convencer os brasileiros dessa barbaridade que se quer perpetrar. Para Humberto, as peças publicitárias são cretinas e elegem os servidores públicos como inimigos da população, sendo que uma delas diz: tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo.

“Quem fala essa atrocidade é o governo de um presidente que se aposentou aos 55 anos sem nunca ter pegado no pesado e, hoje, ganha R$ 33 mil por mês. É mais um ato calhorda de uma gestão moribunda”, atacou.

O líder da Oposição reconhece que o sistema previdenciário brasileiro está longe de ser perfeito e deve ser corrigido, mas esse é um trabalho que não pode ser feito sem a participação de todos os setores sociais e, muito menos, por uma gestão sem absolutamente nenhuma credibilidade como a de Temer.

“Temer fez País regredir 30 anos em um”, afirma Humberto

 

Para Humberto, o Brasil já sente os feitos da PEC dos gastos, também conhecida como a “Lei do Fim do Mundo". Foto: Roberto Stuckert Filho

Para Humberto, o Brasil já sente os feitos da PEC dos gastos, também conhecida como a “Lei do Fim do Mundo”. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

O governo de Michel Temer (PMDB) fez o investimento público regredir em 27 anos. A avaliação é da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão de pesquisa ligado ao Senado Federal, que realizou levantamento tendo como base os recursos utilizados aplicados em infraestrutura, educação, desenvolvimento e pesquisa pelos governos estaduais.

Para o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), o País pode demorar uma geração para se recuperar destes cortes nos investimentos. “Não há país que se desenvolva sem que haja escolas de boa qualidade, estradas e vias para escoar a produção, que não tenha uma ciência forte. O retrocesso que a gente está sofrendo agora, em áreas vitais para economia, pode demorar muito tempo para ser superado. Temer fez o Brasil regredir 30 anos em um”, afirmou o senador.

Segundo os dados da IFI, o investimento total dos governos estaduais, acumulado em 12 meses, até junho de 2017, foi de R$ 28,7 bilhões, quase metade do que foi investido em 2014, cerca de R$ 57,8 bilhões .  O valor deste ano é inferior também à média dos investimentos da década de 1990. De 1994 a 2000, o aporte ficou na casa dos R$ 30,6 bilhões por ano, em valores corrigidos.

Para Humberto, o Brasil já sente os feitos da PEC dos gastos, também conhecida como a “Lei do Fim do Mundo”, aprovada no final em 2016, que congela os investimentos por 20 anos. “Começamos a perceber como esta PEC tem efeito devastador no País e que a situação só deve piorar. Não conseguiremos avançar sem que possamos derrubar este projeto de lei”, avalia.

“Temer fez País regredir 30 anos em um”, afirma Humberto 

O governo de Michel Temer (PMDB) fez o investimento público regredir em 27 anos. A avaliação é da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão de pesquisa ligado ao Senado Federal, que realizou levantamento tendo como base os recursos utilizados aplicados em infraestrutura, educação, desenvolvimento e pesquisa pelos governos estaduais.

Para o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), o País pode demorar uma geração para se recuperar destes cortes nos investimentos. “Não há país que se desenvolva sem que haja escolas de boa qualidade, estradas e vias para escoar a produção, que não tenha uma ciência forte. O retrocesso que a gente está sofrendo agora, em áreas vitais para economia, pode demorar muito tempo para ser superado. Temer fez o Brasil regredir 30 anos em um”, afirmou o senador.

Segundo os dados da IFI, o investimento total dos governos estaduais, acumulado em 12 meses, até junho de 2017, foi de R$ 28,7 bilhões, quase metade do que foi investido em 2014, cerca de R$ 57,8 bilhões .  O valor deste ano é inferior também à média dos investimentos da década de 1990. De 1994 a 2000, o aporte ficou na casa dos R$ 30,6 bilhões por ano, em valores corrigidos.

Para Humberto, o Brasil já sente os feitos da PEC dos gastos, também conhecida como a “Lei do Fim do Mundo”, aprovada no final em 2016, que congela os investimentos por 20 anos. “Começamos a perceber como esta PEC tem efeito devastador no País e que a situação só deve piorar. Não conseguiremos avançar sem que possamos derrubar este projeto de lei”, avalia.

Temer entrega pré-sal a estrangeiros a preço de banana, denuncia Humberto

Humberto: um governo entreguista e vendilhão deu-lhes nossa riqueza de mãos beijadas. Foto: Roberto Stuckert Filho

Humberto: um governo entreguista e vendilhão deu-lhes nossa riqueza de mãos beijadas. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

 

Previstos para arrecadarem R$ 7,75 bilhões, valor já considerado muito baixo na avaliação do líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), os leilões promovidos pelo governo para vender oito áreas de exploração de petróleo na camada pré-sal a empresas estrangeiras conseguiram angariar apenas R$ 6,15 bilhões, nesta sexta-feira (27).

A realização dos leilões chegou a ser suspensa, na noite de ontem, depois que a Justiça aceitou uma ação ingressada por forças de esquerda que questionava a necessidade do negócio e, principalmente, o montante previsto pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a entrega das áreas. Mas uma liminar liberou a negociação.

“Estamos diante de mais um caso de vergonha mundial. O presidente Michel Temer (PMDB) acabou de entregar uma riquíssima área localizada no mar brasileiro, descoberta por nós depois de muitos investimentos, pesquisas e custos, a empresas do exterior. Elas irão se aproveitar de tudo o que já fizemos e lucrar nas nossas costas”, afirmou Humberto.

O parlamentar ressalta que essa riqueza foi descoberta graças a iniciativas dos governos Lula e Dilma e que um único poço do pré-sal é capaz de produzir 40 mil barris de petróleo por dia. O mesmo volume só é conseguido no pós-sal se forem reunidos vários campos.
Segundo ele, não há quem não saiba que a exploração do petróleo em condições muito menos favoráveis que as do pré-sal foi motivo de guerras, revoluções, imensos deslocamentos populacionais, assassinatos políticos, perseguições e degradação de populações.

“Mas aqui nós estamos entregando o petróleo graciosamente, com resultados inferiores aos que os próprios países africanos obtêm. Nas circunstâncias geopolíticas atuais, seria difícil que as petrolíferas internacionais, repetindo o que fizeram na África e no Oriente Médio, tentassem nos tomar o pré-sal pela guerra”, observou. “No entanto, nem precisaram disso. Um governo entreguista e vendilhão deu-lhes nossa riqueza de mãos beijadas.”

Para Humberto, os países estão fazendo algo bem mais econômico: compraram um grupo de brasileiros renegados, traidores da Pátria, alguns deles instalados em postos chave do governo, para buscar legitimação para o assalto ao petróleo e ao gás de custo barato no Brasil. O senador, porém, tem esperança de que a situação irá mudar.

“Já avisamos que pretendemos submeter a um referendo revogatório, na primeira oportunidade que tivermos quando voltarmos ao Palácio do Planalto com Lula, as medidas desse nefasto governo Temer contrárias ao interesse nacional. E reiteramos aos que adquirirem esses supostos direitos ao pré-sal que os tomaremos de volta na condição de mercadoria roubada”, garantiu.

Com voto de Humberto, Senado aprova projeto que agiliza processo de adoção

Humberto ressaltou que o Brasil tem, hoje, cerca de 40 mil pessoas que querem adotar e apenas 10 mil crianças no cadastro para adoção.Foto: Roberto Stuckert Filho

Humberto ressaltou que o Brasil tem, hoje, cerca de 40 mil pessoas que querem adotar e apenas 10 mil crianças no cadastro para adoção. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

Os procedimentos de adoção de crianças e adolescentes no País serão muito mais ágeis e seguros, a partir de agora. Com o apoio do líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), a Casa aprovou, na última quarta-feira (25), um projeto de lei que, segundo ele, ataca e remove obstáculos burocráticos e legais indesejados que retardam o acolhimento dos jovens, o principal problema da inserção deles em novas famílias. A matéria seguiu para sanção presidencial e passará a valer imediatamente.

“A proposta, sólida, madura e detalhada, consegue concretizar o mandamento constitucional de assegurar o bem-estar das nossas crianças e adolescentes. Todos sabemos que, quanto mais tempo ficam nos abrigos, menores se tornam as chances de serem adotadas, pois, à medida que o tempo passa, elas vão perdendo o perfil desejado pelos pretendentes”, declarou Humberto.

Para o senador, mais do que excessivamente demorados, os procedimentos de destituição do poder familiar e de adoção, da forma como hoje estão regulamentados, tornaram-se inaceitavelmente ineficientes. Assim, para muitas crianças e adolescentes, a provisoriedade do acolhimento se converte em permanência e a esperança se transforma em falta de perspectiva.

“O projeto agiliza o processo de inscrição do menor no Cadastro Nacional de Adoção (CNA), determina prazos para a conclusão da habilitação à adoção e da convivência inicial de pais e crianças antes da adoção oficial, o que não existe, cria oficialmente a figura de padrinho para quem quer passear ou financiar o desenvolvimento dos menores e dá prioridade aos grupos de irmãos ou menores com deficiência, doença crônica ou com necessidades específicas de saúde”, resumiu o senador.

Além disso, ele lembrou que a regulação do procedimento de entrega, pela mãe biológica, do filho para adoção poderá ser feita antes ou logo após o nascimento.

O senador ressaltou que o Brasil tem, hoje, cerca de 40 mil pessoas que querem adotar e apenas 10 mil crianças no cadastro para adoção. “Qual é o problema, então? A dificuldade é que a legislação não atende na agilidade, na celeridade. Há também discrepância entre o número de crianças e adolescentes acolhidos e a quantidade de menores inscritos no CNA: são apenas 8.142 cadastrados e 47.603 acolhidos nos abrigos”, lamentou.

De acordo com o líder da Oposição, atualmente, perde-se muito tempo com a procura dos pais e da família da criança, que geralmente não são encontrados. E, nesse período, a criança fica no abrigo, cresce e, depois, perde a oportunidade de ser adotada.

“A proposta determina que esse processo terá de durar agora, no máximo, 120 dias. Aí a criança vai a adoção. Hoje, esse tempo é indefinido, o que dificulta todo o procedimento”, explicou.

Além disso, o projeto de lei estabelece que o estágio de convivência, obrigatório para quem quer adotar uma criança, tenha um prazo máximo de 90 dias. Atualmente, o juiz pode determinar ou não um prazo fica lá. “A medida é muito positiva, pois vai dar tempo à criança conhecer os futuros pais e vice-versa. Depois, ainda dá para desistir em 120 dias, sem ser um trauma tão violento do que ficar, às vezes, meses e meses ou anos e, depois, ser rejeitado pela família”, disse.

A matéria cria a figura do apadrinhamento, dando possibilidade de um cidadão se propor como padrinho da criança, para conhecê-la e poder passear, por exemplo. O líder da Oposição acredita que a medida vai beneficiar, principalmente, as crianças mais velhas, a partir de 10 anos, que ficam nas instituições e não saem porque não têm quem as leve.

“As pessoas que querem apadrinhar terão que se registrar e se submeter a um psicólogo, para avaliação e fiscalização. Isso traz segurança”, ponderou. Haverá, ainda, a possibilidade do apadrinhamento jurídico, que vai permitir a empresas apadrinharem um curso ou uma faculdade, por exemplo.

Temer está levando o país de volta ao Mapa da Fome, afirma Humberto

Humberto: Tudo aquilo que conquistamos agora segue ameaçado por esta política de terra arrasada do governo Temer. Foto: Roberto Stuckert Filho

Humberto: Tudo aquilo que conquistamos agora segue ameaçado por esta política de terra arrasada do governo Temer. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

O governo de Michel Temer está deixando o Brasil mais pobre. A afirmação é do líder da Oposição, Humberto Costa (PT), com base no levantamento do Banco Mundial, que calcula que mais de 3,5 milhões de pessoas podem ter voltado a viver abaixo da linha da pobreza no Brasil, nos últimos dois anos. “É inegável o retrocesso que estamos vivendo no Brasil. Estão acabando com tudo que demoramos tanto a conquistar. Estamos criando uma nova massa de miseráveis, que viram a vida melhorar, mas que agora voltaram a conviver com a fome e com a pobreza extrema no Brasil. Mais do que qualquer outro dado, esses números mostram como está sendo perverso o governo Temer para o País”, afirmou Humberto.

O senador também avalia que um dos principais fatores determinantes para o crescimento da população que vive abaixo da linha da pobreza foi o corte promovido por Temer nos programas sociais. Só o Bolsa Família teve uma redução de 1,1 milhão de beneficiados, em todo o Brasil. “É inegável o papel que o Bolsa Família tem na redução das desigualdades e no combate à fome no País. Quando você corta, do dia para a noite, um programa como este, o resultado é extremamente cruel”.

Em relatório entregue às Nações Unidas, 40 ONGs que atuam no Brasil, entre elas o Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômica) e o ActionAid alertam sobre o aumento da miséria no País. Para Humberto, se continuar neste caminho o Brasil deve voltar ao Mapa da Fome da ONU. “O mais difícil de tudo isso é ver um governo que jamais passou pelo crivo popular torrar bilhões com a compra de apoio do Congresso enquanto milhões de pessoas voltam ao ciclo de miséria do qual já podiam ter saído definitivamente”, questionou Humberto.

O líder da Oposição também fez questão de lembrar o legado dos governos do PT no Brasil. O próprio Banco Mundial calcula que cerca de 28,6 milhões de brasileiros saíram da pobreza entre 2004 e 2014, quando o País deixou de constar no Mapa da Fome. “É inegável que o País avançou nos governos do PT. Mas tudo aquilo que conquistamos agora segue ameaçado por esta política de terra arrasada do governo Temer”, afirmou.

Humberto pede bom senso e diálogo pelo fim da crise institucional

Para Humberto, esse incêndio político, alimentado pelo PSDB, é consequência da ruptura da ordem democrática que levou à deposição de Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho

Para Humberto, esse incêndio político, alimentado pelo PSDB, é consequência da ruptura da ordem democrática que levou à deposição de Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho

 
Em meio à crise institucional vivida no país, aprofundada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar Aécio Neves (PSDB-MG) do cargo de senador, o líder da Oposição na Casa, Humberto Costa (PT-PE), pediu, nesta terça-feira (3), a retomada do bom senso e do diálogo por parte dos Poderes da República para pôr fim ao clima de confronto entre as instituições.

Humberto afirmou que é hora de dar um basta a esse clima de enfrentamento, em que o acirramento dos ânimos está jogando o país num desconhecido e temerário caminho de radicalizações. “É hora de trazer de volta o Brasil ao terreno da união e da pacificação”, disse Humberto. Segundo ele, esse incêndio político, alimentado pelo PSDB, é consequência da ruptura da ordem democrática que levou à deposição de Dilma Rousseff.

“O fogo ateado na base da sociedade subiu e está na iminência de queimar os poderes da República, colocando uns contra os outros e pondo em risco os princípios da harmonia e da independência. Essa cisão institucional não pode prosperar”, declarou.

“Aqueles que incendiaram o país, como o PSDB, não só não conseguem mais controlar o fogo, como estão sendo queimados por ele, haja vista a situação das suas principais lideranças. O que a gente vê agora é uma onda de ataques às artes, são museus fechados, é gente perseguida, é livro sendo proscrito, é a reinauguração da pior face do medievalismo no Brasil”, ressaltou.

Ele lembrou que o momento é tão grave que há, por exemplo, generais sugerindo intervenção militar e também que o povo se revolte e vá às ruas. “Eu sugiro que os generais se calem e cuidem do papel que a Constituição atribui às Forças Armadas porque, dessa forma, contribuirão mais para a pacificação dos ânimos”, afirmou Humberto.

O líder da Oposição entende que o momento ruim vivido pelo Brasil tem de acabar, assim como também tem de ter um ponto final o que ele chama de visível caçada política de baixo nível em que se enquadrilham membros da Polícia Federal, do Ministério Público e do Judiciário com a única finalidade de perseguir desafetos, como se fazia na inquisição.

“O ex-presidente Lula é o alvo preferencial, sofre uma perseguição implacável. Mesmo assim, segue firme na liderança das pesquisas de voto para a Presidência da República em 2018 e não pode ser impedido de concorrer às eleições do ano que vem. Democracia brasileira sem Lula não é democracia”, disse.

PT demonstra força em encontro de prefeitos em Brasília, afirma Humberto

Humberto: . Os brasileiros sabem que foi o nosso partido que promoveu a maior revolução social da história deste país, que salvou milhões da pobreza e retirou o Brasil do mapa da fome. Roberto Stuckert Filho

Humberto: . Os brasileiros sabem que foi o nosso partido que promoveu a maior revolução social da história deste país, que salvou milhões da pobreza e retirou o Brasil do mapa da fome. Roberto Stuckert Filho

 
O Encontro Nacional de Prefeitos, Prefeitas e Vices do Partido dos Trabalhadores (PT), realizado em Brasília nesta terça-feira (3), demonstrou uma coesão dos integrantes da legenda mais próximos da população em torno de projetos para oferecer uma alternativa ao Brasil em 2018. De acordo com o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PE), os gestores municipais estão absolutamente alinhados para a batalha do ano que vem em torno de um novo projeto para o país.

Presente ao evento, Humberto pontuou aos participantes que a luta da bancada federal do PT na Câmara dos Deputados e no Senado tem sido dura para tentar impedir a aprovação de projetos nocivos de Michel Temer e os retrocessos sociais impostos por ele. “Mesmo assim, muitos têm sido aprovados, graças a uma base fisiológica, que vende votos contra os interesses dos brasileiros. Por isso, essa luta também tem de ser nos municípios, informando à população para que a gente possa mudar o Brasil de baixo para cima”, disse Humberto.

Atualmente, o PT comanda 256 municípios brasileiros, com gestões premiadas, nacional e internacionalmente, por políticas públicas exitosas, especialmente na área social. “Os brasileiros conhecem o jeito de governar que começou em algumas prefeituras na década de 80, passou para o comando de alguns Estados nos anos 90 e chegou a governar o Brasil por quatro vezes consecutivas, a partir de 2003. Os brasileiros sabem que foi o nosso partido que promoveu a maior revolução social da história deste país, que salvou milhões da pobreza e retirou o Brasil do mapa da fome. É essa a vontade que nos une, desde os municípios mais distantes até os grandes centros, para mudar o país no ano que vem”, afirmou o líder da Oposição.

Humberto aproveitou o encontro para se reunir diretamente com gestores pernambucanos que foram a Brasília para participar do evento. Entre eles, o de Serra Talhada, Luciano Duque. Na sexta-feira, o senador, que é vice-presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Chesf, viaja para Petrolina, onde participa de um ato em defesa da companhia, que está sendo colocada à venda pelo governo Temer.

Pressionado, Temer recua na ideia de vender a Amazônia, avalia Humberto

 

Humberto avalia que o governo reconheceu o erro só agora, tardiamente, graças às mobilizações vindas de todas as partes do mundo. Foto: Roberto Stuckert Filho

Humberto avalia que o governo reconheceu o erro só agora, tardiamente, graças às mobilizações vindas de todas as partes do mundo. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

Encurralado pela opinião pública e por uma forte pressão internacional, o presidente Michel Temer (PMDB) teve de recuar no seu propósito de vender a Amazônia. Para o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), a iniciativa tomada pelo Palácio do Planalto de suspender a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca) é a prova mais bem acabada de que o governo não teve força política pra bancar a medida, que autorizava, por um decreto publicado no fim de agosto, a exploração da área por parte de mineradoras.

Crítico da ideia desde então, Humberto avalia que o governo reconheceu o erro só agora, tardiamente, graças às mobilizações vindas de todas as partes do mundo e, principalmente, dos brasileiros. “Rejeitado por mais de 94% da população brasileira, esse presidente fantasma que nós temos desperdiça o tempo do Brasil. Não é mais concebível que permaneça onde está. Chega. É retrocesso atrás de retrocesso”, acredita o senador.

Segundo ele, o risco para a manutenção da Renca ainda existe, já que, entre idas e vindas, o governo pode novamente mudar de ideia. Em nota publicada na noite de ontem, por exemplo, em pleno domingo, o Palácio afirmou que “a reserva não é um paraíso, como querem fazer parecer, erroneamente, alguns”.

O parlamentar ressaltou que, para justificar a venda do patrimônio mais simbólico do país, o governo teve a ousadia de escrever essa nota, em que afirma que, “infelizmente, territórios da Renca original estão submetidos à degradação provocada pelo garimpo clandestino de ouro, que, além de espoliar as riquezas nacionais, destrói a natureza e polui os cursos d ‘água com mercúrio”.

“Ora, se há problemas de exploração ilegal de minério na região, que o governo tome medidas de combate ao crime e resolva a situação de todos os envolvidos. Não dá é para ofuscar os problemas entregando a floresta mais rica do mundo, em termos de fauna e flora, para a iniciativa privada”, explicou.

O decreto extinguia uma área de 46,5 mil km² na divisa entre os estados do Pará e do Amapá. A área, que possui reservas minerais de ouro, ferro e cobre, foi criada em 1984, durante o regime militar.

O líder da Oposição conta que ficará atento aos próximos passos do ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho (PSB), responsável pelo tema. Nesta terça-feira, a pasta deverá publicar no Diário Oficial da União a revogação da extinção da Renca. “Vamos esperar para ver. Não dá para confiar em absolutamente nada do que vem desse governo corrupto e mentiroso”, disparou Humberto.

“Protestos se espalham pelo Brasil e reforçam luta contra reformas”, diz Humberto

 

ato no recife

Após participar da greve geral no Recife, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), disse que as manifestações que ocorreram em todo o País devem dar novo fôlego na luta contra as reformas Trabalhista e da Previdência no Congresso Nacional. Só em Pernambuco, foram montados cerca de 20 pontos de bloqueios, atingindo todas as regiões do Estado. Várias categorias aderiram à paralisação, como os metroviários, rodoviários, policiais civis, professores, entre outros.

“Estamos no meio de uma batalha muito dura para tentar barrar as reformas. Nós sabemos que o trabalhador brasileiro vai ser o mais prejudicado nesse pacote de maldades de Temer. Ele quer botar o povo para pagar a conta de uma crise patrocinada por ele, ao mesmo tempo que mantém os privilégios de determinados grupos. Por isso, ações como estas são fundamentais para reforçar a nossa luta e mostrar que o povo não aceita estes projetos”, disse o senador.

Além de Pernambuco, centenas de cidades brasileiras realizaram atos. Em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, por exemplo, uma multidão também saiu às ruas para defender a saída do presidente Michel Temer (PMDB) e a realização de eleições diretas. “As manifestações se espalharam pelo Brasil de Norte a Sul. Este ato vem se somar à luta que está sendo permanente. Fizemos um grande greve geral em abril. No mês passado, vários artistas se manifestaram e fizeram shows para pedir a saída de Temer. Outra atividade já está sendo marcada, provavelmente para o próximo mês. São atos que se somam e que mostram a inconformidade dos brasileiros com o governo golpista”, afirmou.

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Parlamento do Mercosul aprova relatório de Humberto condenando violência policial de Temer

Humberto: Trata-se de uma importante moção, que contou com apoio da esmagadora maioria, em meio à situação absurda pela qual passa o nosso país hoje. Foto: Roberto Stuckert Filho

Humberto: Trata-se de uma importante moção, que contou com apoio da esmagadora maioria, em meio à situação absurda pela qual passa o nosso país hoje. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

O plenário do Parlamento do Mercosul (ParlaSul) aprovou, na tarde desta segunda-feira (29), por 51 votos a 3, uma resolução relatada pelo líder da Oposição no Senado brasileiro, Humberto Costa (PT-PE), que condena a violência policial no Brasil durante as manifestações contra o governo do presidente não eleito Michel Temer (PMDB) e também contra os massacres ocorridos no campo a índios e trabalhadores rurais. A reunião dos parlamentares do bloco ocorre em Montevidéu, capital do Uruguai.

Coube a Humberto, que participa do encontro como membro permanente da delegação brasileira, relatar a proposta da Bancada Progressista do bloco formada por parlamentares do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. O documento também expressa a vontade do Parlasul a favor de uma saída democrática para o Brasil e pede respeito à soberania popular.

“Trata-se de uma importante moção, que contou com apoio da esmagadora maioria, em meio à situação absurda pela qual passa o nosso país hoje, em que um ministro da Justiça é trocado em pleno domingo com o claro objetivo de tentar salvar a pele de Michel Temer da investigação da Lava Jato”, afirmou Humberto.

Ele ressaltou que os integrantes do ParlaSul consideram que a democracia brasileira, juntamente com os trabalhadores e as minorias, está sob forte ataque por parte do governo Temer. O senador explicou que, durante o debate sobre a moção, aliados de Temer agiram de maneira absurda, ofendendo, inclusive, o deputado Jean Wyllys (PSol-RJ), e tentaram obstruir a votação.

“O ex-ministro da Cultura e atual deputado Roberto Freire (PPS-SP), e o deputado Rubens Buenos (PPS-PR) foram agressivos, truculentos e tentaram confundir as pessoas aqui no ParlaSul. Eles querem mascarar a realidade do país, falando apenas sobre a Venezuela e deixando o Brasil de lado, como se estivesse tudo norma no país. Mas foram amplamente rechaçados e não obtiveram sucesso”, contou.

Também nesta segunda-feira, enquanto os parlamentares do Mercosul articulavam a condenação da violência no campo e contra manifestantes no Brasil, várias ações articuladas por outros deputados e senadores da oposição marcaram protestos contra a corrupção e a violência do governo Temer.

Na Universidade de Brasília (UnB), está sendo realizado, durante todo o dia de hoje, o seminário “Estado de Direito ou Estado de Exceção”, que conta com a participação de vários juristas e parlamentares da oposição a Temer.

Já à noite, em São Paulo, vai ocorrer um ato em defesa das eleições presidenciais diretas e também pelo lançamento de um plano popular de emergência. Irão participar do debate o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), o ex-ministro da Ciência e Tecnologia e ex-presidente do PSB Roberto Amaral, além de artistas e outras personalidades.

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