FGV

Humberto agradece trabalho de cubanos e participa de despedida de médicos em Brasília

 

Humberto: Mais de 700 municípios tiveram, pela primeira vez na sua história, um médico atuando nos seus limites geográfico. Foto: Roberto Stuckert Filho

Humberto: Mais de 700 municípios tiveram, pela primeira vez na sua história, um médico atuando nos seus limites geográfico. Foto: Roberto Stuckert Filho

A expulsão dos médicos cubanos do Brasil promovida por Jair Bolsonaro (PSL) já está causando, de acordo com o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), graves danos ao sistema público de saúde. O parlamentar lamentou, nesta segunda-feira (3), que a decisão do presidente eleito esteja deixando vários postos do SUS sem atendimento e também elogiou o trabalho e solidariedade dos cubanos. Hoje, ele participa de uma despedida dos profissionais no aeroporto de Brasília.

“As vagas ofertadas pelo edital aberto pelo Ministério da Saúde foram preenchidas, em grande parte, por profissionais que já estão no Sistema Único de Saúde e que simplesmente saíram de prefeituras ou de organizações sociais para ingressar agora Mais Médicos. Ou seja, muitos estão saindo dos postos que têm no SUS e isso ameaça desorganizar inteiramente a rede”, afirmou.

Da tribuna do Senado, Humberto agradeceu “em nome do povo brasileiro, de milhões de pessoas que tiveram a oportunidade de ter, nos seus municípios, nas aldeias indígenas, na periferia das grandes cidades, um atendimento com profissionais médicos altamente capacitados”.

“Eles nos deram uma lição de solidariedade, assim como o governo cubano, que nos ajudou de forma significativa a melhorar os indicadores de saúde do nosso país. Mais de 700 municípios tiveram, pela primeira vez na sua história, um médico atuando nos seus limites geográficos”, comentou.

O senador avalia que o rompimento do contrato do programa feito pela decisão de Bolsonaro de alterar unilateralmente as cláusula vai aumentar os custos do Estado com saúde. Ele citou um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas, este ano, para ressaltar o número de ampliação do número de médicos no atendimento básico de saúde, que evitou 521 mil internações em 2015.

Segundo Humberto, a medida gerou uma economia de quase R$ 840 milhões, o que correspondeu a cerca de 33% dos R$ 2,6 bilhões dedicados ao Mais Médicos em 2017.
“O fim do programa já está trazendo graves prejuízos à sociedade, principalmente aos mais desfavorecidos. A forma profundamente desrespeitosa e agressiva com que o presidente eleito tratou os profissionais do país caribenho só prejudica os mais de 30 milhões de brasileiros atendidos exclusivamente por eles”, disse.

O líder da Oposição, que foi o relator da Medida Provisória que prolongou o funcionamento do programa no Brasil por mais três anos, em 2016, ressaltou que a iniciativa partiu da constatação de uma realidade de que a relação médico por mil habitantes no Brasil é muito baixa e os chamamentos públicos para preenchimento de cargos em locais longínquos não melhoravam o índice.

“Em cinco anos do programa, em nenhum dos editais, os médicos brasileiros supriram a necessidade apresentada, embora sempre tivessem prioridade em serem contratados. Em cinco anos, cerca de 20 mil médicos cubanos realizaram mais de 113 milhões de atendimentos”, observou.

Aumento de passagens aéreas mostra erro de cobrança de bagagem, denuncia Humberto

 

Para Humberto,  Maia nunca quis votar a proposta, pois foi pressionado pelo governo Temer e porque representa os interesses das aéreas. Foto: Roberto Stuckert Filho

Para Humberto, Maia nunca quis votar a proposta, pois foi pressionado pelo governo Temer e porque representa os interesses das aéreas. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

Exatamente um ano depois de o Senado ter aprovado, por unanimidade, o projeto de decreto legislativo que proíbe as companhias áreas de cobrarem por bagagem despachada dos passageiros, de autoria do líder da Oposição na Casa, Humberto Costa (PT-PE), a Câmara, até hoje, não votou a matéria.

Nesta terça-feira (12), o parlamentar cobrou, mais uma vez, que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), coloque a proposta na pauta do plenário para ser apreciada e dê fim aos valores abusivos que estão sendo cobrados pelas empresas de aviação. Ele recebeu apoio de outros senadores, que também estão indignados com a situação.

Humberto disse que Maia nunca quis votar a proposta, pois foi pressionado pelo governo Temer e porque representa os interesses das aéreas. O parlamentar apelou para que os colegas do Senado ajudem a pressioná-lo, pois o preço dos bilhetes subiu mais de 30% desde que a resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) instituindo a medida passou a vigorar, em maio deste ano.

“É um absurdo o que população está vivendo, uma verdadeira balbúrdia. Os dirigentes da Anac vieram até aqui para dizer que as passagens aéreas ficariam mais baratas com a adoção da resolução. Mas ocorreu justamente o contrário, como desconfiávamos. Todas subiram, e subiram muito. Ninguém compra mais passagens baratas, faltando dois ou três dias para o voo, por exemplo”, afirmou.

Entre junho e setembro, essa alta chegou a 35,9%, segundo dados da FGV. O senador ressaltou que um novo problema passou a ocorrer a partir da cobrança das bagagens despachadas. Como os usuários não querem pagar pela tarifa, costumam, agora, levar o que antes despachavam como item de mão.
“Malas de até 10 quilos não estão sendo despachadas, mas os aviões não oferecem espaço suficiente para todo mundo. É um Deus nos acuda atrás de um lugar vazio nos compartimentos das aeronaves”, comentou.

O líder da Oposição lembrou que a regulamentação concedeu às companhias a responsabilidade para estimar o preço de cada volume ou faixa de volume transportado. Antes, as empresas eram obrigadas a oferecer gratuitamente uma franquia de 23 quilos para passageiros domésticos e de duas malas de 32 quilos para voos internacionais.

Diante da situação, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) aprovou requerimento para ouvir os presidentes da Anac, José Ricardo Pataro Botelho de Queiroz, e de companhias aéreas. Eles terão de explicar por que os preços aumentaram após a resolução.

 

 

A solução para a crise econômica é a saída de Temer, diz Humberto

Para Humberto, a crise tem nome e sobrenome: Michel Temer. Foto: Roberto Stuckert Filho

Para Humberto, a crise tem nome e sobrenome: Michel Temer. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

A forte queda da confiança do comércio brasileiro no mês de junho é mais um sinal de que a crise econômica está associada a crise política que o País está vivendo. A avaliação é do líder da Oposição, Humberto Costa (PT), com base nos dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que registrou queda de 2,9 pontos neste mês e foi a 85,7 pontos, retornando ao mesmo nível de março.

“Essa crise tem nome e sobrenome: Michel Temer. Enquanto este golpista estiver no poder vamos continuar enfrentando os mesmos problemas porque a raiz da crise está na própria instabilidade do seu governo e na reedição de um modelo econômico fracassado que favorece os mais ricos, enquanto penaliza os trabalhadores”, afirmou.
O comércio é um dos principais setores da economia brasileira, junto com o setor de serviço, é o que mais gera emprego e renda.

Segundo a FGV, a queda do Índice de Confiança do Comércio (Icom) teve como base a queda de Índice de Situação Atual (ISA-COM) que teve redução de 3,3 e do Índice de Expectativas (IE-COM) que caiu 2,4 pontos. “A situação de Temer é insustentável. O Brasil precisa urgente da saída dele e da convocação de novas eleições diretas. Só um presidente legitimamente escolhido pelo povo poderá colocar o Brasil de volta ao rumo certo”, definiu Humberto.

Desemprego no Brasil pode ultrapassar os 13%, afirma Humberto

Senador petista não vê nenhuma melhora na economia brasileira. Foto: Asscom HC

Senador petista não vê nenhuma melhora na economia brasileira. Foto: Asscom HC

 

Continuando em uma curva descendente, a economia brasileira não deve dar sinais de recuperação. Essa é a avaliação do líder do PT no Senado, Humberto Costa, após a previsão de alguns bancos privados em relação ao índice de desemprego, que pode ultrapassar a casa dos 13%, em 2017.

“Estamos em uma queda livre quando se fala em economia. Diversas medidas de arrocho foram tomadas por Temer e sua equipe. Nada melhorou e nem dá sinais de melhora. Infelizmente não vejo luz nenhuma no fim do túnel com esse presidente não eleito à frente da presidência da República”, afirmou Humberto.

A projeção desses bancos é de uma taxa de, pelo menos, 12,7% de desempregados no Brasil, no caso do Santander. E de 12,9% no caso do Bradesco, que subiu sua projeção após os dados da piora do PIB divulgados na última segunda-feira. Esses números podem aumentar, a depender de novas divulgações do pessimismo em relação às contas do governo.

“Sempre dissemos que 2016 seria um ano difícil, mas que em 2017 iria melhorar. Só que não contávamos com o impeachment de Dilma. O que o golpista Temer está fazendo vai na contramão das ações da presidenta. Então, não tem milagre. Infelizmente, 2017 tende a piorar após as medidas anunciadas pelo governo temerário”,disse o senador.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou o Indicador Coincidente de Desemprego, que mede a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho, que subiu 3,8 pontos. O pessimismo cresce naquelas famílias com renda mensal entre R$ 2.100,00 e R$ 9.600,00.

“A chamada classe média está sentindo na pele, agora, as ações nocivas e daninhas desse governo. As classes mais humildes sentirão fortemente quando a PEC 55 entrar em vigor, a partir do próximo ano. Talvez o setor que sofra mais rapidamente seja o da saúde, pois faltarão medicamentos, profissionais, leitos em hospitais e muitos outros problemas com a falta de recursos”, concluiu o líder petista.

Tags >> bancos , Dilma , FGV , Michel Temer , PEC 55 , PIB

Indicadores econômicos caem em dezembro, denuncia Humberto

Humberto: o que vemos é que o Brasil está afundando a cada dia que passa. / Foto: Alessandro Dantas / Liderança do PT no Senado

Humberto: o que vemos é que o Brasil está afundando a cada dia que passa. / Foto: Alessandro Dantas / Liderança do PT no Senado

 

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) anunciou, nesta segunda-feira (26), que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) caiu 2,2 pontos chegando ao patamar de junho de 2016. Além disso, o relatório Focus também previu uma queda no PIB para 2017. “O discurso de Temer golpista está caindo por terra. Ele prometeu que a economia iria crescer após o Golpe, mas o que vemos é que o Brasil está afundando a cada dia que passa”, afirmou o líder do PT no Senado, Humberto Costa.

O relatório Focus divulgou documento apontando que a retração do Produto Interno Bruto (PIB) foi para 3,49% o que indica que a economia brasileira não deve se recuperar em 2017. A FGV também informou que a queda da confiança do ICI ocorreu em 12 dos 19 segmentos industriais e atingiu tanto as avaliações sobre a atual situação do mercado quanto às perspectivas das empresas para os próximos meses.

O Banco Central também havia informado, há duas semanas, que o seu índice de atividade (IBC-Br) recuou 0,48% em outubro sobre setembro. Em relação ao mesmo mês de 2015, o indicador despencou 5,28%, na série sem ajuste. “O que estamos presenciando nesse governo é uma completa falta de controle de todos os índices financeiros. Esse presidente só quer saber de cortar recursos e direitos do povo, com a desculpa de recuperar a economia. E o que estamos vendo é o Brasil cair num poço sem fundo”, relatou Humberto.

Outros números divulgados pela FGV comprovam que a economia do País não deve melhorar durante um bom tempo. O Índice de Expectativas (IE) caiu 1,8 ponto, a 87,1 pontos no período, enquanto que o Índice da Situação Atual (ISA) recuou 2,2 pontos, chegando a 82,9 pontos. A FGV informou ainda que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada foi a 72,5 por cento em dezembro, nova mínima dentro da série histórica, iniciada em 2001.

“Não podemos deixar Temer destruir com tudo o que foi conquistado ao longo dos últimos anos. Precisamos nos organizar para tirar esse governo golpista e convocar eleições diretas. Estamos vivendo uma fase triste que só deve piorar com a permanência desse presidente não eleito”, desabafou Humberto Costa.

Pesquisador da FGV afirma que salário mínimo seria de R$ 400,00 com a PEC da Maldade

Para Humberto, essa pesquisa comprova que a PEC da Maldade vai congelar as atividades econômicas, pois, sem dinheiro, o povo deixa de comprar e, consequentemente, paralisa o mercado Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Para Humberto, essa pesquisa comprova que a PEC da Maldade vai congelar as atividades econômicas, pois, sem dinheiro, o povo deixa de comprar e, consequentemente, paralisa o mercado Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

 

 

Apontada por diversos especialistas e instituições na área da saúde, educação e economia como maléfica para a população, a PEC 241, conhecida como PEC da Maldade, seria a responsável por um salário mínimo 50% menor do que o que vigora hoje no Brasil. O estudo realizado pelo economista Bráulio Borges, pesquisador associado do Departamento de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), comprova que os brasileiros mais carentes serão os mais prejudicados com a implantação dessa proposta.

“Irresponsável. Isto é o mínimo que podemos afirmar sobre a criação da PEC 241 que congela os investimentos durante 20 anos no País. Serão inúmeros os setores afetados com as consequências de uma ação como essa e que vai levar o Brasil a uma recessão muito pior do que a que estamos vivendo hoje”, analisou o líder do PT no Senado, Humberto Costa.

O pesquisador Bráulio Borges simulou o crescimento do salário mínimo aplicando as regras da PEC 241 ao orçamento de 1998, quando começava uma série histórica dos gastos do governo, mantida pelo Tesouro Nacional. Na época, os custos equivaliam a 14% do PIB brasileiro. Já em 2015 alcançou 19,5% desse PIB. Se a PEC fosse implantada naquela época, o percentual seria reduzido para 7%. Com isto, o salário mínimo ficaria em R$ 400,00, o que não chega a 50% do valor atual.

“O aumento real do salário mínimo, que hoje é de R$ 880,00, foi o grande responsável em acabar com a desigualdade que existia no País, antes do governo Lula. Essa pesquisa comprova que a PEC da Maldade vai congelar as atividades econômicas, pois, sem dinheiro, o povo deixa de comprar e, consequentemente, paralisa o mercado”, afirmou Humberto.

Para o Conselho Federal de Economia (Cofecon) a desculpa que o governo Temer deu para implantar a PEC 241 é completamente falsa. Para a instituição, o aumento do gasto público não é proveniente das despesas com saúde, educação, previdência e assistência social, mas sim dos juros da dívida pública. Essa dívida é responsável por 80% do déficit nominal, o que agravou a situação fiscal do Brasil. “Precisamos, sim, é implantar um modelo de gastos eficaz, de combate à sonegação fiscal, que ainda é muito alto no país e também de combate à corrupção”, pontuou Humberto.

Humberto aposta na melhora da economia já em 2016

Segundo o senador, o clima político no Congresso Nacional também é melhor do que no ano passado. Foto: Alessandro Dantas/ Liderança do PT no Senado

Segundo o senador, o clima político no Congresso Nacional também é melhor do que no ano passado. Foto: Alessandro Dantas/ Liderança do PT no Senado

A melhora de indicadores que medem a confiança de diferentes setores da economia é um sinal de que o pior da crise já passou. A avaliação é do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT), com base em números do divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Merece destaque a alta do índice de confiança na indústria, que avançou 2,8%, em relação a dezembro. Movimentos semelhantes foram registrados nos setores de serviço (2,8%), comércio (6,4%), consumo (2,5%) e emprego (5,4%). Dos seis índices calculados pela FGV sobre confiança na economia, apenas um teve uma pequena queda, a construção civil, que teve oscilou negativamente 0,7%.

“Ainda é cedo para a gente falar que a crise passou, mas o que estes números mostram é que as medidas implementadas pelo governo da presidente Dilma Rousseff (PT) para recuperar a economia foram acertadas. Estamos corrigindo os rumos para retomar o caminho do crescimento”, avaliou Humberto.

Segundo o senador, o clima político no Congresso Nacional também é melhor do que no ano passado. “A presidente tem ampliado o espaço para o diálogo, buscando conversar com todos os parlamentares, independentemente de filiação partidária e buscando garantir uma agenda positiva para o País, deixando para trás o discurso daqueles que torcem pelo quanto pior, melhor”, afirmou.

Em evento internacional, Humberto ressalta transparência do Senado

"Há cinco anos o Senado brasileiro deu início a um intenso processo para se tornar uma instituição extremamente transparente aos cidadãos", disse Humberto. Foto: Assessoria de Comunicação

“Há cinco anos o Senado brasileiro deu início a um intenso processo para se tornar uma instituição extremamente transparente aos cidadãos”, disse Humberto. Foto: Assessoria de Comunicação

 

Convidado a fazer uma exposição sobre transparência legislativa, o líder do PT no Senado, Humberto Costa, discursou sobre o papel atual da Casa para congressistas de todo o continente americano. Humberto representa o Brasil na 12ª Assembleia Plenária do Parlamento das Américas (ParlAméricas), que encerrou nesse sábado (5), na Cidade do Panamá.

O líder do PT ressaltou que, há cinco anos, o Senado brasileiro deu início a um intenso processo para se tornar uma instituição extremamente transparente aos cidadãos. E uma das suas principais medidas foi dar publicidade e tornar acessível à população todos os seus atos.

Atualmente, os cidadãos podem acessar, pelo portal do Senado na Internet, todas as informações sobre a estrutura da Casa, incluindo gastos de cada senador com a cota de atividade parlamentar; despesas com auxílio-moradia e escritórios de apoio; processos licitatórios e contratos firmados pelo Senado, na íntegra; orçamento anual, com as receitas e despesas, em relatórios detalhados de diversas maneiras; lista completa de todos os funcionários, entre efetivos, comissionados, aposentados, terceirizados e estagiários; e local exato de trabalho e contracheque de todos os funcionários efetivos e comissionados.

“Recentemente, pesquisa realizada por uma das mais sérias e renomadas instituições brasileiras, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontou o Senado Federal como a única instituição pública brasileira que respondeu a 100% das demandas solicitadas pela Lei de Acesso à Informação, implementada no Brasil em 2011 para facilitar o acesso do cidadão às informações públicas”, lembrou
Humberto.

A avaliação de que tratou o líder do PT abrangeu 138 órgãos públicos e apontou que o Senado é também a instituição mais rápida a responder às demandas de jornalistas e dos cidadãos.

CORTES – Para este ano, a expectativa oficial do Senado é gastar menos recursos em comparação a 2014. Um balanço parcial mostra que, apenas neste ano, a instituição já economizou R$ 16 milhões em processos licitatórios.

A Casa também está muito abaixo do limite da chamada Lei de Responsabilidade Fiscal para gastos com pessoal. O limite é 0,86% da receita líquida, mas o gasto do Senado, com essa rubrica, soma a metade, 0,40%.

Em 2014, o Senado não precisou de suplementações orçamentárias, pela primeira vez na história, para fechar as suas contas. Na verdade, a Casa economizou R$ 530 milhões no período.

Foram extintas 35% do total das funções comissionadas do Senado e aplicado o teto salarial constitucional para mais de mil servidores que excediam esse limite. A Casa gastou, ainda, 60% a menos com diárias e passagens.

“Todas essas medidas têm ajudado a transformar o Senado brasileiro numa instituição mais transparente, mais alinhada aos princípios republicanos que regem a administração pública e, sem dúvida, mais próxima das cidadãs e cidadãos brasileiros”, defendeu Humberto.