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“Liderança de Lula justifica a manutenção do seu nome na disputa presidencial”, diz Humberto

A pesquisa mostra Lula com 41% dos votos no cenário estimulado, enquanto a soma de todos os outros adversários alcança 29%.

A pesquisa mostra Lula com 41% dos votos no cenário estimulado, enquanto a soma de todos os outros adversários alcança 29%.

 

Os dados da recente pesquisa Vox-Populi, em que Lula aparece vencendo, já no primeiro turno, os demais adversários na corrida rumo à Presidência da República, foram saudados pelo líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT). De acordo com o levantamento, o ex-presidente tem 58% dos votos válidos. “Quanto mais perseguem Lula, mais ele fica forte e cresce no carinho e na admiração dos brasileiros”, disse Humberto.

A pesquisa mostra Lula com 41% dos votos no cenário estimulado, enquanto a soma de todos os outros adversários alcança 29%. Em segundo lugar está Jair Bolsonaro (PSL), com praticamente um terço (12%) das intenções de voto do ex-presidente. Em terceiro aparece Ciro Gomes (PDT), com 5%. Já Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB) possuem com 4% cada. Manuela D’Ávila (PC do B) e Álvaro Dias (Podemos) têm cada um 1% das intenções de votos. Os entrevistados que disseram que irão votar em outros candidatos atingem os 2%.

“Lula segue sendo o maior cabo eleitoral da disputa deste ano. Mesmo depois de 100 dias vivendo como preso político, sem direito de sequer dar entrevistas, o presidente não só é o líder nas pesquisas, como vem crescendo nos levantamentos. Não existe paralelo na história política do Brasil do fenômeno que é o ex-presidente Lula”, afirmou o senador.

Para Humberto, não há sentido em o PT retirar o presidente da disputa. “Este discurso de que Lula não é candidato é o discurso dos adversários. O nome de Lula está mais forte que nunca e cada vez mais vivo no coração dos brasileiros. Os que querem ser carrascos de Lula que se exponham, que justifiquem para a população os porquês de não deixarem o povo decidir se ele pode ou não pode ser presidente. O PT segue lutando para que ele seja eleito, como a maior parte da população deseja”, salientou Humberto.

Humberto se reúne com presidentes de partidos de esquerda e comemora fim da privatização da Eletrobrás

Humberto: oi uma vitória nossa. Derrotamos um Palácio do Planalto fragilizado pela própria incompetência. Foto: Roberto Stuckert Filho

Humberto: oi uma vitória nossa. Derrotamos um Palácio do Planalto fragilizado pela própria incompetência. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

Um dos responsáveis pela articulação do lançamento do manifesto pela soberania nacional, contrário à privatização da Eletrobrás, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), comemorou, nesta quarta-feira (23), em reunião com os presidentes do PT, PDT, PSB, PSol, PCdoB e representante do PCB, a retirada de pauta da proposta que pavimentava o caminho da venda da empresa no Congresso Nacional.

Para Humberto, o reconhecimento do comando da Câmara e do Senado de que não haveria como votar a Medida Provisória (MP) de privatização do Sistema Eletrobrás – que inclui a Chesf – e retirá-la de pauta ocorreu graças à articulação dos movimentos sociais, de trabalhadores do grupo da empresa e também ao trabalho feito pela oposição no sentido de minar a unidade que havia na base aliada de Temer.

“Foi uma vitória nossa. Derrotamos um Palácio do Planalto fragilizado pela própria incompetência. Estamos vivendo um fim de feira. O Executivo não tem mais nenhuma solidariedade por parte de sua base e não tem mais qualquer condição de conduzir o país”, declarou.

O parlamentar lembrou que havia iniciativas absurdas na MP nº 814/2017, como a retirada de 20% do fundo social do pré-sal, criado para financiar a educação e a saúde, para ser empregado na construção de dutos. “Há uma grave falta de investimento nas refinarias, que influenciam o preço da gasolina. O Brasil está exportando petróleo e importando gasolina, graças às políticas de Temer”, disse.

O senador ressaltou que a frente de esquerda continuará na luta para melhorar a vida dos brasileiros e citou como outro resultado positivo do enfrentamento das bancadas dos partidos na Câmara e no Senado, junto com o povo nas ruas, o enterro da proposta da reforma da Previdência.

“Continuamos na batalha contra as retiradas de direitos, o relaxamento entreguista das normas de direito ambiental e a implementação de uma agenda econômica rentista que dá total prevalência aos lucros cada vez maiores do sistema financeiro”, complementou.

Os presidentes do PT, Gleisi Hoffmann, PDT, Carlos Lupi, PSB, Carlos Siqueira, PSol, Juliano Medeiros, e PCdoB, Luciana Santos, junto com o representante do PCB, combinaram de se reunir novamente em breve para traçar estratégias contra outras medidas absurdas de Temer. Os abusos de preços de itens básicos, como gás de cozinha e gasolina, estão na pauta.

Da tribuna do Senado, Humberto defende aliança entre PT e PSB em Pernambuco

Humberto: É hora de deixarmos de lado as divergências, o radicalismo e os personalismos para convergirmos a um objetivo comum, que é derrotar a agenda do governo Temer. Foto: Roberto Stuckert Filho

Humberto: É hora de deixarmos de lado as divergências, o radicalismo e os personalismos para convergirmos a um objetivo comum, que é derrotar a agenda do governo Temer. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), levou ao plenário da Casa, na tarde desta terça-feira (08), a defesa da aliança entre o PT e o PSB em Pernambuco. Em discurso na tribuna, o senador ressaltou que o momento do país pede uma união de forças progressistas para barrar a agenda de retrocessos imposta por Michel Temer ao país.

Para Humberto, PT, PSB, PDT, PCdoB, PSol, PCB e PCO deram início, no plano nacional, a construção de uma frente de esquerda com a finalidade de defender a democracia e defender a retomada de um projeto interrompido de país. “É uma coalizão de forças que, quando couber, deve ser repetida nos Estados. E eu entendo que isso deve ocorrer em Pernambuco, onde o PDT e o PCdoB já formam uma aliança com o governador Paulo Câmara, do PSB”, disse o líder da Oposição.

O senador afirmou que o PT no Estado deve amadurecer o diálogo interno em favor da construção de um plano de governo para oferecer a Câmara, como forma de abrir uma discussão sobre uma aliança em Pernambuco. “Sozinho, o nosso partido não terá a força necessária para enfrentar as candidaturas que representam o projeto de Temer em Pernambuco, ficará isolado e corre o risco de impor um sério revés à formação das suas bancadas estadual e federal”, entende ele.

O melhor caminho para os petistas pernambucanos, segundo o líder da Oposição, “é integrar um bloco sólido em defesa de um projeto para o Estado e para o Brasil no qual o PT terá um papel protagonista para devolver a Pernambuco o fantástico desenvolvimento econômico e social que experimentou anos atrás”.

“É hora de deixarmos de lado as divergências, o radicalismo e os personalismos para convergirmos a um objetivo comum, que é derrotar a agenda do governo Temer. Em Pernambuco, é necessário reconhecer que o PSB e o governador Paulo Câmara têm feito gestos em favor dessa aliança com o PT. É preciso, agora, que nós discutamos o tema e coloquemos os interesses da população, do Brasil, de Pernambuco, de Lula e de sua candidatura à presidência antes dos partidários e, principalmente, antes dos pessoais”, avisou.

Tags >> Esquerdas , Lula , Paulo Câmara , PCB , PCdoB , PCO , PDT , Pernambuco , psb , PSol , PT , Temer

Humberto participa de lançamento de manifesto pela democracia apoiado por 7 partidos

 

Para Humberto, o manifesto é um chamamento de todos os setores sociais comprometidos com os valores democráticos. Foto: Roberto Stuckert Filho

Para Humberto, o manifesto é um chamamento de todos os setores sociais comprometidos com os valores democráticos. Foto: Roberto Stuckert Filho

Um grande ato contra o avanço da violência, do ódio e da intolerância no país, que contou com a participação do líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), nesta quarta-feira (18), marcou o lançamento do manifesto pela democracia, soberania nacional e direitos do povo brasileiro.

Presidentes e representantes dos sete partidos – PT, PDT, PSB, PCdoB, PSOL, PCB, PCO – que assinam o documento criticaram o atual governo pelo desmantelamento das políticas públicas e defenderam o Estado Democrático de Direito na cerimônia, marcada por gritos de Lula Livre e Marielle presente.

Para Humberto, o manifesto é um chamamento de todos os setores sociais comprometidos com os valores democráticos, a partir de um amplo debate nacional, para mudar o atual quadro sombrio que vive o país.  “A retirada de direitos, promovida de maneira acelerada por Temer e sua base parlamentar, é parte de um preocupante surto autoritário, com ataques disseminados principalmente nas redes sociais. Eles tratam o Estado
Democrático de Direito como se fosse apenas um empecilho anacrônico em seu caminho”, resumiu Humberto.

Ele lembrou que o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e de seu motorista, Anderson Gomes, foi o episódio mais dramático dessa espiral de violência, embora não tenha sido o único, como o atentado contra a caravana do ex-presidente Lula, no Paraná.

O parlamentar entende que é hora de reunir partidos, entidades da sociedade civil, movimentos sociais, professores, cientistas, operadores do direito, artistas, líderes religiosos, dentre outros, para articular a resistência democrática aos atentados contra a democracia e o estado de direito.

“Estamos aqui, com essa ampla frente, para fazer a defesa intransigente das liberdades democráticas, dos direitos políticos, de eleições livres, dos direitos sociais, da soberania e do patrimônio nacional e para o enfrentamento intransigente da violência disseminada pela extrema-direita”, disse.

Os presidentes do PDT, Carlos Lupi, do PT, Gleisi Hoffmann, do PSB, Carlos Siqueira, do PCdoB, Luciana Santos, do PSOL, Juliano Medeiros, e o secretário geral do PCB, Edmilson Costa, além do representante do presidente nacional do PCO, Rui Costa Pimenta, marcaram presença no ato.

 

Pré-candidatos de esquerda à Presidência articulam Frente Ampla, anuncia Humberto

Humberto: vamos aumentar a nossa resistência e poder de fogo no Congresso Nacional e nas ruas. Foto: Roberto Stuckert Filho

Humberto: vamos aumentar a nossa resistência e poder de fogo no Congresso Nacional e nas ruas. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), se reuniu com líderes das bancadas do PT, PDT, PCdoB, PSB e PSOL da Casa e da Câmara, na manhã desta quarta-feira (7), para traçar estratégias de combate às duras medidas do governo Temer contra a população e para unificar a esquerda, a fim de vencer as eleições em outubro.

Humberto afirmou que a ideia do grupo é lançar uma ampla frente em defesa da soberania e da democracia, com a participação de todos os pré-candidatos à Presidência da República de esquerda, durante o Fórum Social Mundial. O evento será realizado em Salvador, entre os dias 13 e 17 de março.

O parlamentar explicou que o grupo pretende levar até a capital baiana – para discutir o atual cenário político brasileiro e o futuro do país – Lula (PT), Ciro Gomes (PDT), Manuela d’Ávila (PCdoB), Guilherme Boulos (PSOL) e lideranças do PSB.

“Uma coisa está clara para nós nesta volta do recesso parlamentar e depois da condenação de Lula: vamos aumentar a nossa resistência e poder de fogo no Congresso Nacional e nas ruas contra essa nefasta reforma da Previdência e contra a privatização da Eletrobrás, cuja proposta já está na Câmara dos Deputados”, disse Humberto

Segundo ele, o trabalho de oposição no Legislativo servirá para barrar o avanço da pauta retrógrada e conservadora e para que as esquerdas cheguem fortes e unificadas nesse processo eleitoral. “Lutaremos juntos, em defesa dos brasileiros. Pode até haver divergências entre a gente, mas vamos construir uma agenda mínima que nos unifica e favorece o país. Todos nós do PT, PCdoB, PDT, PSOL e PSB somos contra as medidas de Temer”, declarou.

No próximo dia 20, os partidos irão lançar um manifesto em defesa das políticas sociais e contra o desmonte promovido pelo governo.

Humberto comemora liderança absoluta de Lula nas pesquisas

Para Humberto, os números atestam a força do petista, apesar da campanha maciça contra ele. Foto: Roberto Stuckert Filho

Para Humberto, os números atestam a força do petista, apesar da campanha maciça contra ele. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

Os números da pesquisa CNT/MTDA animaram o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT). Os dados mostram o crescimento do ex-presidente Lula (PT) nas intenções de voto para eleições presidenciais do ano que vem. De acordo com os dados, o ex-presidente aparece na frente em todos os cenários no primeiro turno e no segundo turno. Segundo Humberto, os números atestam a força do petista, apesar da campanha maciça contra ele.

“Fica muito claro que, por mais que tentem descredenciar, inventar histórias mirabolantes contra ele, o povo sabe que o presidente Lula foi o melhor presidente da história desse país, sabe que ele pode dar uma contribuição muito importante para o Brasil. A população rejeita essa trama que tentam armar contra alguém que tem uma biografia gigante como a de Lula”, afirmou Humberto.

No primeiro turno, Lula aparece com cerca de um terço dos votos. Contra Jair Bolsonaro, Lula tem 32,4% enquanto o candidato do PSC aparece com 19%. Está bem à frente dos 12,1% da ex-senadora Marina Silva (Rede), dos 5,3% do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e dos 3,2% do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Quando o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) aparece no lugar de Aécio como candidato tucano, o cenário muda pouco: Lula tem 32%, contra 19,4% de Bolsonaro, 11,4% de Marina, 8,7% de Alckmin e 4,6% de Ciro. Com Dória, Lula vai a 32,7%, Bolsonaro (18,4%), Marina (12%), Doria (9,4%) e Ciro (5,2%).

No segundo turno, a vantagem de Lula também é grande. Contra Aécio Neves, ele chega 41,8%, o tucano fica com 14,8%, Na disputa contra os outros quatro candidatos Lula também tem resultados semelhantes. O ex-presidente fica com 41,6% contra Doria 25,2%; 40,6% (Lula) x 23,2% (Alckmin); 40,5% (Lula) x 28,5% (Bolsonaro), 39,8% (Lula) x 25,8% (Marina).

Lula também cresceu no levantamento espontâneo. Na pesquisa sobre o primeiro turno, ele cresceu cerca de 15%, em comparação ao levantamento anterior, feito em fevereiro. O ex-presidente petista aparece em primeiro com 20,2% das intenções de voto. Em fevereiro, Lula tinha 16,6%.

“Tem um frevo famoso de Pernambuco que diz que o bloco é madeira de Lei que cupim não rói. Não tem frase que venha mais a calhar que esta. Não adianta fazer campanha contra o Lula, tentar derrubá-lo no tapetão porque ele tem inúmeros serviços prestados ao País e pode contribuir ainda mais”, afirmou.

Frente Parlamentar Suprapartidária por Eleições Diretas vai pressionar Temer, diz Humberto

Humberto afirmou que o grupo pretende unir ainda mais congressistas de todos os campos políticos com o objetivo de aumentar a pressão sobre o governo, desgastado e acuado. Foto: Roberto Stuckert Filho

Humberto afirmou que o grupo pretende unir ainda mais congressistas de todos os campos políticos com o objetivo de aumentar a pressão sobre o governo, desgastado e acuado. Foto: Roberto Stuckert Filho

 

Defensor da realização imediata de eleições diretas à Presidência da República, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), participou, nesta quarta-feira (7), do lançamento da frente parlamentar suprapartidária que defende o pleito. Um dos objetivos é somar-se ao protagonismo de artistas, intelectuais e sociedade civil organizada pelas Diretas Já.

Formada por cinco partidos, incluindo PSOL, PSB, PT, PDT e PCdoB, o grupo contou com o apoio da Conferência Nacional Dos Bispos do Brasil (CNBB), da Central Única das Trabalhadores (CUT) e, também, de parlamentares de partidos da base do governo do presidente não eleito Michel Temer (PMDB).

Humberto afirmou que o grupo pretende unir ainda mais congressistas de todos os campos políticos com o objetivo de aumentar a pressão sobre o governo, desgastado e acuado. Além disso, a ideia é pressionar o Congresso Nacional para aprovar as propostas que visam alterar a Constituição a fim de garantir que eleições diretas sejam convocadas em caso de vacância do cargo de presidente da República até seis meses antes do fim do mandato.

“É absolutamente incrível a alienação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal diante da quadra de extrema gravidade pela qual passa o Brasil atualmente. Temos duas PECs, uma em cada Casa, que tratam de garantir o direito de voto aos nossos cidadãos e, assim, restabelecer a democracia e um governo legítimo”, disse.

Para Humberto, o governo, encurralado por crimes e denúncias graves de corrupção, opera para empurrar goela abaixo na população as “nefastas” reformas que enviou ao Congresso Nacional e quer ver aprovadas a todo custo, ignorando a oposição dos brasileiros a elas e a gigantesca reprovação que enfrenta.

“A pauta do Brasil agora é outra. Estamos vivendo um momento em que este país volta às ruas pelo mesmo motivo de 33 anos atrás, quando o povo se levantou em favor do voto livre, por eleições diretas para presidente da República, para dizer que não aceitava mais um governo que não o representava em rigorosamente nada, que repudiava vigorosamente a diminuição da democracia”, declarou.

O senador lembrou que, naquele período, todos eram contrários a um governo de generais, que vivia sua fadiga “depois de uma noite que durou duas décadas sobre o Brasil”. Hoje, ele acredita que o levante é contra um governo de facínoras, que assumiu à revelia do povo e hoje vive o seu ocaso, rejeitado por mais de 97% dos brasileiros.

“Mas é um governo que, cambaleante, caminha ainda que trôpego, levando o país junto com ele para um abismo. E o faz com a inestimável ajuda de aliados, como o PSDB, o DEM e o PPS”, criticou.

Humberto cumpre agenda no Interior

Os conselhos tem papel importantíssimo para garantir o cumprimento do estatuto da criança e do adolescente

Humberto: Os conselhos tem papel importantíssimo para garantir o cumprimento do estatuto da criança e do adolescente

 

Mantendo o objetivo de percorrer o máximo de municípios de Pernambuco este ano, o senador Humberto Costa (PT) cumpre agenda nas cidades de São Joaquim do Monte, Agreste, e em Água Preta, na Zona da Mata. Entre as atividades previstas estão encontros com movimentos sociais e a entrega oficial de carro para os Conselhos Tutelares dos dois municípios.

“Em um momento de crise política como esse, em que desrespeitaram os votos de 54 milhões de brasileiros que escolheram a presidente Dilma Rousseff (PT) presidente, nós temos que fazer uma grande mobilização. Denunciar o golpe no plenário, nas ruas e nas redes. Vamos percorrer todos os municípios possíveis para alertar a população sobre o risco do governo Temer, ouvir suas demandas e ajudar as cidades, que tendem a sofrer ainda mais com cortes em áreas como educação e saúde já anunciados por esse governo provisório”, disse o senador.

A agenda do senador começa por Água Preta, onde se reúne com o prefeito da cidade, Armando Souto (PDT) e representantes dos movimentos sociais. Depois participa da entrega de carro para o Conselho Tutelar do município. “Os conselhos tem papel importantíssimo para garantir o cumprimento do estatuto da criança e do adolescente. O novo veículo vai ajudar no deslocamento dos conselheiros e na melhoria e na ampliação do atendimento”, continuou Humberto.

De lá, Humberto segue para encontro com o prefeito de Joaquim do Monte, João Tenório Júnior (PSDB). Depois, participa da entrega de carro do Conselho Tutelar. Na cidade, Humberto ainda participa da Unidade Básica de Saúde (UBS), no Bairro Novo. A unidade vai beneficiar 2.500 pessoas e teve recursos da ordem de R$ 408 mil do governo da então presidente, Dilma Rousseff (PT).

“Esta é uma ação importante. Leva saúde direto para a população. O governo Dilma, mesmo com todas as dificuldades, sempre teve um olhar especial para o nosso Estado. Não mediu esforços para garantir recursos, especialmente para aqueles que mais precisam. Por isso, precisamos seguir lutando para daqui a 180 dias Dilma retorne para evitarmos maiores retrocessos”, afirmou.

Humberto defende mais poder da Anvisa sobre “pílula do câncer”

Humberto: “Foi uma maneira que encontrei para contribuir com a discussão aqui no Congresso Nacional no sentido de preservar a segurança dos pacientes que utilizarem a substância e, ao mesmo tempo, não impedir que tenham acesso. Foto: Alessandro Dantas/ Liderança do PT

Humberto: “Foi uma maneira que encontrei para contribuir com a discussão aqui no Congresso Nacional no sentido de preservar a segurança dos pacientes que utilizarem a substância e, ao mesmo tempo, não impedir que tenham acesso. Foto: Alessandro Dantas/ Liderança do PT

Preocupado com os efeitos negativos que o uso da fosfoetanolamina pode vir a causar nas pessoas, o líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PE), apresentou uma emenda ao projeto de lei que autoriza o uso da substância a pacientes com câncer para garantir a segurança dos usuários e a eficácia do produto.

Membro da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde a proposta foi aprovada nessa quinta-feira (17), Humberto introduziu o debate sobre a importância da realização de pesquisas clínicas, previstas em protocolos sanitários criteriosos, para apurar eventuais efeitos colaterais da medicação. Ele lembrou que a primeira fase das pesquisas, que indica a toxicidade da substância, será divulgada no próximo dia 29.

“Foi uma maneira que encontrei para contribuir com a discussão aqui no Congresso Nacional no sentido de preservar a segurança dos pacientes que utilizarem a substância e, ao mesmo tempo, não impedir que tenham acesso”, explicou o senador.

O parlamentar expressou, diversas vezes, que a sua preocupação é unicamente com a saúde dos pacientes. A emenda apresentada por ele, que não foi acatada na CAS, estabelecia que, caso os estudos clínicos apontem que há toxicidade prejudicial ao usuário, a autorização do medicamento deve ser imediatamente suspensa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“E as pesquisas têm de comprovar também que aquele problema na pessoa foi causado pelo uso da medicação. Então, nessas condições, independentemente da lei, a Anvisa deveria ter a prerrogativa de suspender a produção do medicamento. É isso que apresento na emenda ao projeto”, detalhou.

Na discussão da matéria, o relator, Acir Gurgacz (PDT-RO), elogiou a iniciativa do líder do Governo no Senado. Mas, no entendimento de Acir, o relatório aprovado já garantia, de uma maneira menos direta do que a emenda proposta por Humberto, a suspensão do medicamento por parte da Anvisa.

A discussão controversa sobre a utilização da fosfoetanolamina, que tem como objetivo combater o câncer, começou a ser travada no Congresso Nacional no fim de 2015. No começo deste ano, deputados apresentaram e aprovaram uma proposta que “autoriza o uso da substância sintética em caráter excepcional, independente de registro sanitário, por pacientes diagnosticados com neoplasia maligna”.

Nessa quarta-feira, a proposta chegou à Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Humberto, então, se manifestou contra a medida por considerar que o Legislativo não deve liberar o uso de nenhuma substância química sem que tenha passado pelos protocolos sanitários de segurança.

“São eles que verificam a eficácia e os problemas de um determinado produto. Uma dipirona, por exemplo, pode matar uma pessoa. Um remédio qualquer pode provocar reações que, muitas vezes, não conhecemos. Ao invés de provocar o bem, pode provocar o mal”, disse.

Humberto reafirmou que sua intenção nunca foi impedir que as pessoas usem a substância. “Pelo contrário, o que queremos é concluir os testes o mais rápido possível para dar o direito de as pessoas utilizarem a substância com segurança”, reiterou.

Ele ressaltou que o Governo Federal também tem trabalhado com rapidez para concluir os testes. A presidenta Dilma Rousseff criou um grupo de trabalho para tratar do tema e destinou R$ 10 milhões para o desenvolvimento de pesquisas a fim de chegar a uma conclusão. De acordo com o projeto, o uso da substância fosfoetanolamina sintética (FOS) seria autorizado desde que seja apresentado laudo médico que comprove o diagnóstico de câncer e haja a assinatura de termo de consentimento e responsabilidade por parte do paciente.

Reforma de Dilma realinha o governo e dinamiza o Brasil, diz Humberto

Humberto: medidas de Dilma são firmes e irão reduzir significativamente os gastos da máquina administrativa. Foto: Alessandro Dantas/ Líder do PT no Senado

Humberto: medidas de Dilma são firmes e irão reduzir significativamente os gastos da máquina administrativa. Foto: Alessandro Dantas/ Líder do PT no Senado

 

As medidas anunciadas pela presidenta Dilma Rousseff, nesta sexta-feira (2), são firmes, irão reduzir sensivelmente os gastos da máquina administrativa e dão uma sinalização clara à sociedade brasileira e ao mercado que o Governo Federal está fazendo um grande esforço, com cortes na própria carne, para superar o atual momento de dificuldade vivido pelo país. Esta é a avaliação do líder do PT no Senado, Humberto Costa, sobre as medidas adotadas pelo Governo.

Para Humberto, a redução de oito ministérios e 30 secretarias nacionais; o corte de 3 mil cargos em comissão; a redução em 20% dos gastos de custeio e de contratação de serviços de terceiros; e a redução em 10% do salário da própria presidenta, do vice-presidente e dos ministros de Estado mostram que a presidenta agiu como uma técnica diligente.

“Ela alterou a estrutura e a equipe para que a gente possa fazer mais gols em favor do Brasil. O Ministério é meio como time de futebol: se está ganhando, a gente não mexe. Mas, se não joga bem, a gente tem que fazer algumas mudanças”, declarou.

O senador lembrou que a iniciativa positiva do Governo, que vai melhorar a gestão pública, elevar a competitividade do País e continuar assegurando a igualdade de oportunidade aos cidadãos, é completamente diferente da observada na oposição. “O time adversário, esse não adianta: só joga na retranca, é mestre em penalidades e tem como meta fazer gol contra o Brasil”, disse.

O parlamentar ressaltou que a reforma não mexeu em pastas consideradas importantes para o Governo Dilma, que tem forte atuação ligada ao social. “Isso reforça claramente que o PT e o Governo Dilma mantêm o compromisso com os projetos sociais, que mudaram radicalmente a realidade do país nos últimos 13 anos”, avalia.

Ele cita como ponto positivo na questão social a nomeação da ministra da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes. Segundo ele, ela foi a primeira reitora negra de uma Universidade Federal e é a atual reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).
Humberto também elogiou o anúncio de que todos os contratos de aluguel e de prestação de serviços como vigilância, segurança e tecnologia da informação serão revistos. Além disso, a utilização de todo o patrimônio da União será reavaliada. “O governo só ficará com os prédios que servirem a políticas públicas. O resto será vendido”, observa.

Para o líder do PT no Senado, o Governo vai propiciar o reequilíbrio fiscal das contas públicas do país, a redução da inflação e ainda vai consolidar a estabilidade macroeconômica, aumentando a confiança na economia. “Isso é fundamental para mudarmos esse quadro atual que vivemos. O povo brasileiro pode confiar que o nosso país vai seguir avançando sem prejudicar as conquistas sociais dos últimos anos”, afirmou.
Principais medidas anunciadas:
- Criação da Comissão Permanente da Reforma do Estado;
- Extinção de oito ministérios; agora são 31;
- Extinção de 30 secretarias ligadas aos ministérios;
- Redução de 10% nos salários da presidenta, vice-presidente e ministros;
- Corte de 30% nos gastos de custeio;
- Imposição de limite de gastos com telefone, passagens e diárias em ministérios;
- Venda de todos os imóveis da União não necessários às políticas públicas
Nova composição da Esplanada dos Ministérios:
Aviação Civil: Eliseu Padilha (PMDB)
Agricultura: Kátia Abreu (PMDB)
Casa Civil: Jaques Wagner (PT)
Cidades: Gilberto Kassab (PSD)
Ciência e Tecnologia: Celso Pansera (PMDB)
Comunicação Social: Edinho Silva (PT)
Comunicações: André Figueiredo (PDT)
Cultura: Juca Ferreira (PT)
Defesa: Aldo Rebelo (PCdoB)
Desenvolvimento Agrário: Patrus Ananias (PT)
Desenvolvimento, Indústria e Comércio: Armando Monteiro (PTB)
Desenvolvimento Social e Combate à Fome: Tereza Campello (PT)
Educação: Aloizio Mercadante (PT)
Esporte: George Hilton (PRB)
Fazenda: Joaquim Levy (sem partido)
Integração Nacional: Gilberto Occhi (PP)
Justiça: José Eduardo Cardozo (PT)
Meio Ambiente: Izabella Teixeira (sem partido)
Minas e Energia: Eduardo Braga (PMDB)
Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos: Nilma Lino (PT)
Planejamento: Nelson Barbosa (sem partido)
Portos: Helder Barbalho (PMDB)
Previdência e Trabalho: Miguel Rossetto (PT)
Relações Exteriores: Mauro Vieira (sem partido)
Saúde: Marcelo Castro (PMDB)
Secretaria de Governo: Ricardo Berzoini (PT)
Transportes: Antonio Carlos Rodrigues (PR)
Turismo: Henrique Eduardo Alves (PMDB)
Órgãos com status de ministérios:
Advocacia-Geral da União: Luís Inácio Adams (sem partido)
Banco Central: Alexandre Tombini (sem partido)
Controladoria-Geral da União: Valdir Simão (sem partido)

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