Presidência da República

Bolsonaro cometeu estelionato eleitoral ao omitir que quer reforma da Previdência, acusa Humberto

 Para o líder da Oposição, os eleitores não foram informados pelo então candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro da intenção de aprovar mudanças na reforma da Previdência propostas pelo atual governo.


Para o líder da Oposição, os eleitores não foram informados pelo então candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro da intenção de aprovar mudanças na reforma da Previdência propostas pelo atual governo.

O plano do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), de aprovar a reforma da Previdência ainda este ano configura, na avaliação do líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), um grande estelionato eleitoral. Segundo o parlamentar, em nenhum momento durante a campanha presidencial, Bolsonaro disse aos brasileiros que queria a aprovação da tão criticada reforma do sistema previdenciário proposta por Temer.

Além disso, o senador afirmou, nesta sexta-feira (16), que tanto Temer quanto o presidente eleito querem, agora, jogar a conta do desiquilíbrio das contas públicas nas costas dos servidores, ao tratarem de adiar reajustes já previstos em lei para 2019 e proporem igualdade de salários de funcionários públicos com trabalhadores do setor privado.

“Como já alertamos diversas vezes: Temer é Bolsonaro e Bolsonaro é Temer. Juntos, eles elegem muitos inimigos em comum para abafar a própria incompetência: os imigrantes, os pobres e, agora, os servidores públicos, a quem resolveram culpar pelos problemas do país”, declarou Humberto.

Reeleito para mais um mandato no Senado, ele disse que vai trabalhar para rejeitar qualquer tentativa de reforma ainda este ano e para que o debate sobre o tema seja realizado intensamente, com toda a sociedade, a partir de 2019. O senador entende que não dá para colocar a conta da crise nos trabalhadores do Estado e do setor privado que irão se aposentar.

“Não permitiremos que esse grande estelionato eleitoral seja realizado. Na campanha, Bolsonaro não disse nada. Agora, quer aprovar a reforma de Temer, aumentando a idade mínima inclusive a trabalhadores rurais e tentando incluir novos modelos de capitalização que deram errado em todos os países do mundo que o fizeram”, disse.

Para o líder da Oposição, os eleitores não foram informados pelo então candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro da intenção de aprovar mudanças na reforma da Previdência propostas pelo atual governo. “Isso é um grande estelionato eleitoral. Ele enganou todo o eleitorado”, disparou Humberto.

Veja o vídeo:

Ao Mercosul, Humberto denuncia escalada do autoritarismo no Brasil e pede vigilância internacional

Humberto:  Vivemos um momento político de muito temor por conta de uma pessoa que tem aversão aos direitos humanos.

Humberto: Vivemos um momento político de muito temor por conta de uma pessoa que tem aversão aos direitos humanos.

 

Membro da Comissão de Direitos Humanos do Parlasul, grupo de parlamentares do Mercosul, o líder da Oposição ao governo Temer no Senado, Humberto Costa (PT-PE), denunciou, nesta quinta-feira (8), em Buenos Aires, onde se encontra em missão oficial, que o discurso de ódio do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) contra quem pensa diferente dele já está gerando uma série de violações de direitos humanos no Brasil, principalmente em escolas e universidades.

Para Humberto, as ideias extremistas do capitão reformado, que chegou à Presidência da República do país no último dia 28, atentam contra o Estado democrático de Direito e exigem uma vigilância permanente dos países-membros do Mercosul (Argentina, Brasil, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Venezuela).

“Não sabemos o que vai acontecer no Brasil depois da posse de Jair Bolsonaro, um militar que foi deixou o Exército por ter concepções políticas e sociais muito extremas. Agora, temos certeza de que os direitos humanos não serão respeitados. Vivemos um momento político de muito temor por conta de uma pessoa que tem aversão aos direitos humanos”, declarou Humberto.

Ele lembrou aos colegas parlamentares dos outros países que o futuro ministro da fazenda do governo Bolsonaro já declarou que o Mercosul não será prioridade e que Bolsonaro defende abertamente a tortura como método legítimo a ser usado pelo Estado.

“O presidente eleito já afirmou que a ditadura militar no Brasil deveria ter matado 30 mil de pessoas. É um absurdo”, comentou.

Humberto pediu o apoio e a solidariedade dos colegas para que fiquem atentos ao desenrolar dos fatos no Brasil, que já registra casos de violência e intolerância contra homossexuais, negros, indígenas e professores e estudantes.

O líder da Oposição ressaltou que, durante esta semana, o Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da Universidade Federal de Pernambuco, registrou um ato repugnante: panfletos apócrifos com ameaças nominais a alunos e professores foram distribuídos no local.

Para o senador, a iniciativa foi uma clara tentativa de criar um clima de terror e intimidação no ambiente universitário. Havia um aviso de que estudantes e docentes considerados de esquerda seriam banidos da UFPE quando Bolsonaro assumisse o governo.

Desastre de Bolsonaro na política externa já causa estragos internacionais ao Brasil, diz Humberto

Para Humberto, os primeiros dias do capitão reformado depois do fim do 2º turno já resultaram em retaliação por parte da China, inquietude de países da União Europeia.

Para Humberto, os primeiros dias do capitão reformado depois do fim do 2º turno já resultaram em retaliação por parte da China, inquietude de países da União Europeia.

 

 

A primeira semana de Jair Bolsonaro (PSL) como presidente eleito foi um verdadeiro desastre aos brasileiros e ao país perante o mundo, com um show de amadorismo, bate-cabeça e idas e vindas.

Esta é a avaliação do líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), que, em discurso nesta terça-feira (6), em sessão do Congresso Nacional, ressaltou que até a volta da CPMF está sendo cogitada e que a inconsequência na política externa já provocou uma série de fortes reações diplomáticas.

Para Humberto, os primeiros dias do capitão reformado depois do fim do 2º turno já resultaram em retaliação por parte da China, inquietude de países da União Europeia e irritação completa das nações do Mercosul – sem contar a decisão do Egito de cancelar uma visita oficial do ministro de Relações Exteriores do Brasil com a cúpula do governo daquele país.

“Tudo isso, em tão pouco tempo, para se alinhar aos Estados Unidos, de quem o futuro governo se propõe a ser capacho. Inclusive, seremos um dos únicos do mundo, ao lado dos EUA, a transferir a embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, o que irrita os países árabes, com quem temos grandes laços históricos e comerciais”, disse.

O parlamentar entende que a equipe de transição do governo Bolsonaro tem como marca o estelionato. Ele observa que o presidente eleito, inclusive, nomeou um estelionatário condenado na Justiça para ocupar um dos cargos. Trata-se de um aliado dele da Paraíba, enquadrado três vezes na Lei Maria da Penha. Entre os nomeados para a equipe, estão sete militares e o maior financiador de sua campanha. Nem uma mulher até agora.

“Esse grupo é o extrato do que será sua gestão. Bolsonaro segue em campanha, destilando ódio de maneira irresponsável; repetindo a mentira do kit gay, como forma de manter um link com eleitorado que enganou; e mandando que professores sejam gravados com a finalidade de os constranger em sala de aula. É um verdadeiro caos”, completou.

Humberto também criticou a ideia de criação de novos e velhos impostos, como a CPMF, e garantiu que a oposição estará atenta a todos os passos do novo governo.

“É preciso vigilância e resistência à pauta nefasta que Bolsonaro quer instaurar no país. Pelo andar da carruagem, se mantivermos o Brasil de pé, as instituições democráticas funcionando e assegurarmos as eleições em 2022, já terá sido grande vitória”, finalizou.

Frouxidão de Bolsonaro e bate-cabeça de asseclas mostram o que teremos pela frente, lamenta Humberto

Para Humberto, há um festival de ministros desautorizando outros; de cotados para assumirem vagas no primeiro escalão se autonomeando pela Internet. Foto: Ichiro Guerra

Para Humberto, há um festival de ministros desautorizando outros; de cotados para assumirem vagas no primeiro escalão se autonomeando pela Internet. Foto: Ichiro Guerra

Atento às movimentações controversas de montagem do governo eleito e do novo plano de gestão, o líder da Oposição ao governo Temer no Senado, Humberto Costa (PT-PE), afirmou que o bate-cabeça diário entre os aliados de Jair Bolsonaro (PSL) demonstra claramente o tamanho do despreparo da equipe que irá assumir o país a partir de 1º de janeiro.
Para Humberto, há um festival de ministros desautorizando outros; de cotados para assumirem vagas no primeiro escalão se autonomeando pela Internet; e investigados e até condenados entre os primeiros indicados para o ministério, o que desmoraliza o discurso de anticorrupção de Bolsonaro.
“É um show assustador que denota balbúrdia, falta de comando e mentiras ao eleitorado. Lamento muito que o Brasil ficará nas mãos desse pessoal, porque o povo merecia muito mais. O governo nem começou e esse festival de trapalhadas e fake news já supera até mesmo à protagonizada por Temer e sua equipe”, declarou.
Humberto avalia que o presidente eleito está acuado por não ser, como ele mesmo admite, o mais capacitado para a função, e perdido na sua incompetência para gerir temas e coordenar equipe. O senador acredita que Bolsonaro é um frouxo e quer, inclusive, terceirizar o desgaste com a reforma da Previdência.
Humberto crê que o vitorioso na urnas no domingo deseja que Temer mande um projeto para que o Congresso aprove mudanças no sistema do INSS, sem discussão com os parlamentares e a sociedade.
“Nem eles sabem como lidar com o tema e até citam uma reforma no Chile que não deu certo e prejudicou a população de lá. Um futuro ministro diz que já quer ver aprovada em 2018 para que Bolsonaro não se desgaste. Outro afirma que não tem espaço para aprovação e que ficaria para o ano que vem. E os dois brigam publicamente”, lamenta.
De acordo com o senador, tudo isso é um prenúncio de que a nova gestão não vai dar certo, pois não tem um comandante, uma pessoa que saiba o que são o Brasil e a máquina pública. Humberto acredita que esse clima de “barata voa” no Palácio do Planalto poderá contaminar o país daqui para frente.
“A única coisa que Bolsonaro sabe fazer é reprimir. Ele soltou os lobos solitários e os seus cachorros loucos para invadir universidades, agredir cidadãos e atropelar os direitos individuais. Disso tudo, ele cuida muito bem”, criticou.
As fusões de ministérios prometidas pelo presidente eleito também foram alvo de questionamentos por parte do líder da Oposição no Senado. Na visão dele, é muito grave, por exemplo, a transformação dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente em um só.
Ele argumentou que em nenhum lugar do mundo isso é compreendido, pois é uma visão anacrônica, contrária à de países desenvolvidos, e um ataque violento à sustentabilidade.

Pernambuco deu grande vitória a Haddad e PT vai resistir ao fascismo, diz Humberto

Humberto: “Meu mandato será uma trincheira, dia e noite, a esse governo autoritário. Foto: Ichiro Guerra

Humberto: “Meu mandato será uma trincheira, dia e noite, a esse governo autoritário.” Foto: Ichiro Guerra

 

 

Reeleito para o Senado e um dos coordenadores da campanha de Fernando Haddad no Nordeste, o líder da Oposição ao governo Temer no Senado, Humberto Costa (PT-PE), fez um balanço, nesta terça-feira (30), do resultado das eleições de domingo. Para o senador, o PT saiu fortalecido como a maior força de esquerda do país, a maioria dos brasileiros não apertou o 17 na urna e os pernambucanos aplicaram uma derrota galopante a Bolsonaro em todos os municípios do estado, à exceção de um.

Em discurso na tribuna do Senado, Humberto afirmou que o PT terá papel fundamental na oposição ao futuro governo do “pequeno Mussolini dos trópicos”, que ameaçou o partido e seus integrantes de metralhar, prender ou exilar, durante toda a campanha, e que Haddad larga como uma grande e promissora liderança nacional não só para o PT, mas para o Brasil.

“Meu mandato será uma trincheira, dia e noite, a esse governo autoritário. Somos resistência e seremos oposição às pautas contrárias ao interesse do país e da sociedade, especialmente das parcelas mais pobres”, disparou. Ele lembrou que o PT elegeu a maior bancada do Congresso Nacional, a maior quantidade de governadores do país e que Haddad ganhou na maioria das cidades brasileiras. “Somos uma força política que representa uma expressiva parcela da população brasileira. E nossa voz não será silenciada aqui ou nas ruas do país”, disse.

O parlamentar ressaltou que o presidente eleito saiu das urnas com 57,7 milhões de votos, enquanto quase 90 milhões de eleitores optaram por Fernando Haddad, anularam, votaram em branco ou se abstiveram. Ou seja, o novo governante teve o apoio de 39% do eleitorado, mas 61% não o sufragaram.

“Isso deveria resultar em gestos de humildade e também de cautela por parte de Bolsonaro, e não de se sentir o dono da bola. No Nordeste, que virou um campo de esperança e de oportunidades nos nossos governos, que não é uma região de coitadismo, como ele nos acusou, Haddad teve mais de 70% dos votos. A região é uma verdadeira barreira ao fascismo”, cravou.

O líder da Oposição observou que, em Pernambuco, o movimento do vira voto do primeiro para o segundo turnos foi esmagador e levou Haddad a ganhar em quase 100% das cidades do Estado – só em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, ele não conseguiu a vitória. Além disso, Humberto fez questão de registrar que Haddad ainda saiu vitorioso em mais de 80% das mais pobres cidades brasileiras.

Diante dos números, o senador mandou o seu recado: “Não esperem condescendência da nossa parte com o que quer que signifique ataque à Constituição, às instituições, às liberdades e garantias, às conquistas do povo, ao Estado democrático de Direito, à imprensa. Agiremos com consequência e absolutamente focados no desenvolvimento inclusivo. Mas seremos inclementes na oposição com tudo o que fuja a essa pauta”, afirmou.

 

 

Nordeste será a grande barreira contra o fascismo e dará vitória a Haddad, diz Humberto em ato no Recife

Humberto: O Nordeste repetirá o que ocorreu no 1º turno: será a grande barreira contra o fascismo. E Pernambuco vai liderar essa luta. Somos um estado libertário. Foto: Ricardo Stuckert

Humberto:
O Nordeste repetirá o que ocorreu no 1º turno: será a grande barreira contra o fascismo. E Pernambuco vai liderar essa luta. Somos um estado libertário. Foto: Ricardo Stuckert

 

Ao lado do candidato à presidência Fernando Haddad e diante de milhares de pessoas no grande ato da virada na Praça do Carmo, no centro do Recife, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), declarou, na noite desta quinta-feira (25), que o Nordeste vai consolidar a vitória de Haddad neste segundo turno e será, novamente, a grande barreira contra o fascismo no país. Para Humberto, Pernambuco dará a Haddad a maior vitória desta eleição no 2º turno.

“Vamos vencer aquele soldadinho de araque, aquele semianalfabeto que pregoa a violência e discriminação. Aqui, a gente vai dar conta, Haddad, pode ter certeza. Bolsonaro pode querer passar o rolo compressor do fascismo em qualquer lugar, mas aqui em Pernambucano, não. Você ganhará as eleições no domingo”, afirmou.

Se dirigindo ao candidato do partido à Presidência da República e ao povo pernambucano, que lotou a praça histórica onde Zumbi dos Palmares teve a sua cabeça exposta, Humberto afirmou que está sentindo o cheiro de virada no ar e que a felicidade do resultado das urnas em 2002, 2006, 2010 e 2014 será repetida, agora, em 2018.

“O Nordeste repetirá o que ocorreu no 1º turno: será a grande barreira contra o fascismo. E Pernambuco vai liderar essa luta. Somos um estado libertário. Nesta praça, foi colocada a cabeça de Zumbi dos Palmares. A 800 metros daqui, Frei Caneca foi morto pelo poder central. Pernambuco sempre foi um estado de luta e se orgulha da sua história. Somos o estado de Lula, onde Arraes fez história, e seremos também o estado de Haddad”, observou.

O parlamentar perguntou ao público o que Bolsonaro tem para apresentar ao Nordeste e ressaltou que Haddad, junto com Lula, trouxe à região trabalho, emprego, saúde, água, dignidade e condições de pensar no futuro. “Eles ofereceram para nós uma touceira de capim. Mas eles é que terão de comer isso”, disparou.

O líder da Oposição pediu aos brasileiros para que trabalhem intensamente, de manhã, de tarde e de noite, para reverter os votos dos bolsonaristas e ganhar os dos indecisos. Ele convidou os presentes a participarem de uma grande vigília no próximo sábado para a comemoração da vitória no domingo.

“Os pernambucanos fizeram uma grande festa para receber o futuro presidente deste país no dia de hoje. Gritamos aos quatro cantos do mundo que é ele não, Haddad sim, democracia sempre e ditadura nunca mais. Domingo vamos ganhar a eleição”, ressaltou.

Reeleito senador em primeiro lugar com mais de 1,7 milhão de votos, Humberto explicou que o que está em disputa no Brasil é um cenário democrático contra um cenário autoritário. Ele contou que, ao longo dos últimos anos, os governos do PT construíram uma sociedade de inclusão e igualdade, enquanto o outro lado sempre teve como representante o cara do ódio, da discriminação, da violência e da ditadura.

“Não podemos aceitar que um cidadão como esse presida o nosso país. A hora da virada chegou. As pesquisas de hoje, inclusive, já demonstram isso. Vamos todos juntos a favor da democracia e dos brasileiros”, finalizou.

Jarbas Vasconcelos telefona para Humberto e anuncia apoio à candidatura de Haddad

Para Humberto, a campanha de Haddad ganha um apoio de peso nesta reta final, pois Jarbas, político experimentado, já chega ao Senado cotado para assumir a presidência da Casa.

Para Humberto, a campanha de Haddad ganha um apoio de peso nesta reta final, pois Jarbas, político experimentado, já chega ao Senado cotado para assumir a presidência da Casa.

 

Eleito senador por Pernambuco nas eleições deste ano, o ex-governador do Estado Jarbas Vasconcelos (MDB) conversou com o líder da Oposição a Temer no Senado, Humberto Costa (PT-PE), na manhã desta quarta-feira (24), e anunciou o seu apoio à candidatura de Fernando Haddad à Presidência da República.

Para Humberto, a campanha de Haddad ganha um apoio de peso nesta reta final, pois Jarbas, político experimentado, já chega ao Senado cotado para assumir a presidência da Casa.

“Foi com muita satisfação e alegria que recebi essa ligação telefônica dele no dia de hoje. Na verdade, eu já esperava que isso acontecesse porque ele sempre se caracterizou por ser um defensor da democracia. Jarbas jamais deixaria de ter um posicionamento altivo num momento tão crítico da nação brasileira como o atual, quando a liberdade, a democracia e o respeito à Constituição estão em risco por conta da ameaça que representa a candidatura de Jair Bolsonaro”, afirmou Humberto, que foi reeleito na Frente Popular de Pernambuco ao lado de Jarbas.

Humberto avalia que o colega tem uma brilhante história de luta em defesa da democracia e mostra coerência com os seus princípios, se posicionando na sua vida pública, mais uma vez, ao lado do povo e das causas democráticas. “É uma grande chegada à nossa frente, que recebe Haddad em Pernambuco nesta quinta-feira. É a hora da virada. As pesquisas já mostram isso. É a hora da vitória”, disse.

Para o líder da Oposição, a adesão de Jarbas à candidatura de Haddad vai estimular muitas lideranças políticas importantes em nível nacional, que têm peso, assim como Jarbas, a externarem o apoio a Haddad. “Estamos falando de um apoio precioso. Espero que posições semelhantes, de pessoas também influentes nacionalmente, façam o mesmo”, comentou.

Humberto acredita em virada de Haddad e vitória no domingo

Em discurso no plenário do Senado nesta terça-feira (23), o parlamentar disse que a população está chocada com tantas ameaças, ódio e violência propagados contra o PT pelo “candidato lunático que foge dos debates e dissemina fake news com dinheiro de caixa 2. Foto: Ichiro Guerra

Em discurso no plenário do Senado nesta terça-feira (23), o parlamentar disse que a população está chocada com tantas ameaças, ódio e violência propagados contra o PT pelo “candidato lunático que foge dos debates e dissemina fake news com dinheiro de caixa 2. Foto: Ichiro Guerra

 
A cinco dias da eleição, o líder da Oposição ao governo Temer (MDB) no Senado, Humberto Costa (PT-PE), declarou que acredita numa virada de votos de Haddad sobre Bolsonaro e na vitória da democracia contra o autoritarismo.
 
Humberto avalia que está havendo uma forte reação da sociedade em todos os cantos do país a essa onda de ataques virulentos e sujos feitos pela campanha do capitão reformado ao Estado Democrático de Direito e o resultado disso sairá das urnas no domingo.
 
Em discurso no plenário do Senado nesta terça-feira (23), o parlamentar disse que a população está chocada com tantas ameaças, ódio e violência propagados contra o PT pelo “candidato lunático que foge dos debates e dissemina fake news com dinheiro de caixa 2”.
 
“Como se não bastassem as agressões constantes às mulheres, aos negros, aos gays, aos nordestinos, as instituições republicanas e os adversários políticos também estão sendo atacados de forma virulenta agora”, ressaltou o senador.
 
Ele disse estar confiante de que Fernando Haddad vai virar essa eleição e se tornar o próximo presidente do país. “O jogo só acaba quando termina. E até lá, estaremos nas ruas e nas redes, disseminando a verdade e combatendo as informações falsas, para virar votos, ganhar votos e vencer nas urnas essa onda fascista que Bolsonaro representa”, afirmou.
 
O senador lembrou que hoje ocorrerá um ato da virada no Rio de Janeiro, com presenças de Caetano Veloso e Chico Buarque, e que no último fim de semana houve dois grandes atos em Pernambuco, um no Recife, outro em Olinda, com a reunião de dezenas de blocos de Carnaval que foram às ladeiras da cidade histórica para defender a democracia.
 
“E não para por aí. Na próxima quinta-feira, Haddad estará no nosso Estado para um de seus últimos atos de campanha de rua, onde faremos um grande evento no Pátio do Carmo, no centro da capital pernambucana, para sinalizar a virada que daremos nas urnas no próximo dia 28”, comentou.
 
Para o líder da Oposição a Temer, Bolsonaro é um fujão, arregão, que se recusa a participar, inclusive, de todos os debates previstos por emissoras de rádio e televisão. Humberto citou o último e mais importante encontro do 2º turno entre os dois candidatos, que foi cancelado pela Rede Globo. “Eles baixaram a cabeça para a ausência dele e suprimiram esse importante espaço democrático”, disparou.
 
“É mais uma prova do autoritarismo e do desapreço que Bolsonaro tem pela democracia. Em Pernambuco, ao lado dos mais de 1,7 milhão de eleitores que me reconduziram ao Senado, aos quais rendo aqui meu profundo agradecimento, vamos dar uma sólida demonstração, na próxima quinta, de que estamos do lado democrático, do lado da Constituição, do lado do Brasil”, complementou.

Em ato da virada em São Paulo, Humberto leva a Haddad apoio dos profissionais de saúde

O ato contou com expressiva participação de artistas, intelectuais e lideranças religiosas de todo o Brasil e marcou o que o PT considera como uma virada de Haddad sobre o adversário Jair Bolsonaro (PSL).

O ato contou com expressiva participação de artistas, intelectuais e lideranças religiosas de todo o Brasil e marcou o que o PT considera como uma virada de Haddad sobre o adversário Jair Bolsonaro (PSL).

 

Num evento que reuniu centenas de pessoas, na noite dessa segunda-feira (22), no Teatro da Pontifícia Universidade Católica (Tuca) de São Paulo, o senador reeleito e líder da Oposição a Temer, Humberto Costa (PT), entregou ao presidenciável Fernando Haddad um manifesto dos profissionais de saúde do país em favor da candidatura do petista à Presidência da República. O ato contou com expressiva participação de artistas, intelectuais e lideranças religiosas de todo o Brasil e marcou o que o PT considera como uma virada de Haddad sobre o adversário Jair Bolsonaro (PSL).

Ao lado de outros ex-ministros da Saúde, Humberto representou médicos, odontólogos, fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, entre outras categorias, na entrega do documento em que os profissionais manifestam seu apoio a Haddad e pedem a ele o compromisso com a saúde pública brasileira, um dos marcos nos 13 anos de governos do PT.

“Esse manifesto foi redigido a muitas mãos. Ele reflete o engajamento daqueles que defendem o Sistema Único de Saúde (SUS), que estão empenhados na manutenção e na expansão desse que é o maior programa de inclusão social do mundo”, afirmou Humberto. “Nossos governos sempre tiveram esse compromisso e, com Haddad na presidência, nós temos a certeza de que o SUS não será desmontado e privatizado como propõem Bolsonaro e Paulo Guedes, o seu Posto Ipiranga, que quer dilacerar com o Brasil com a venda de tudo.”

Humberto aproveitou a passagem por São Paulo para costurar os últimos detalhes da vinda de Fernando Haddad a Pernambuco, na próxima quinta-feira (25). O candidato a presidente deve encerrar a agenda do segundo turno no Estado com um imenso ato no Pátio do Carmo, no Centro do Recife. “Será um momento de muito simbolismo para nós pernambucanos. Eu tenho a absoluta certeza de que daremos uma expressiva vitória a Haddad no nosso Estado e ele levará daqui a confiança da virada nas urnas no dia 28″, garantiu o senador Humberto Costa.

Ao lado de lideranças do PT e governadores, Humberto participa do registro de Lula em Brasília

Para Humberto, o ato foi uma enorme demonstração da força política de Lula que, preso há mais de quatro meses em Curitiba, segue líder em todas as pesquisas de opinião para presidente. Foto: Ichiro Guerra

Para Humberto, o ato foi uma enorme demonstração da força política de Lula que, preso há mais de quatro meses em Curitiba, segue líder em todas as pesquisas de opinião para presidente. Foto: Ichiro Guerra

 

A Esplanada dos Ministérios ficou pequena para a marcha de mais de 10 mil pessoas, segundo cálculos dos organizadores, que foram a Brasília para participar, na tarde desta quarta-feira (15), do registro da candidatura de Lula à Presidência da República. Ao lado de Fernando Haddad, registrado como vice, de lideranças do PT e de governadores, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), acompanhou a multidão até o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para Humberto, o ato foi uma enorme demonstração da força política de Lula que, preso há mais de quatro meses em Curitiba, segue líder em todas as pesquisas de opinião para presidente. O líder da Oposição, que participou de uma coletiva na sede do PT ao lado de governadores do partido, do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e da presidente nacional do PCdoB, deputada federal Luciana Santos (PE), acredita que a Justiça Eleitoral enfrentará uma grande crise de confiança se impugnar o registro de candidatura.

“Lula foi condenado em um processo político que, a cada dia, mostra seu lado mais repulsivo. Recentemente, ficamos sabendo, pelo diretor-geral da Polícia Federal, da imensa articulação para impedir a soltura do presidente, mesmo havendo um habeas corpus em seu favor. Se o TSE rejeitar o registro de uma candidatura de um cidadão cuja condenação injusta está subjudice, incorrerá numa vergonha sem precedentes”, afirmou o senador.

O depósito do registro da candidatura, que tem o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice, também contou com a presença da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), candidata ao Senado por Minas Gerais, e da deputada estadual gaúcha Manuela D´Avila (PCdoB), que assumirá a vice de Lula quando o registro for confirmado.

Do lado de fora do TSE, milhares de manifestantes de todo o país – especialmente integrantes do Movimento dos Sem-Terra, que chegaram à capital federal em três grande colunas – acompanharam a entrega dos documentos para formalizar a candidatura de Lula e, depois, assistiram à presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), apresentar o recibo emitido pela Justiça Eleitoral confirmando o depósito da papelada exigida para formalizar o ingresso oficial do partido na corrida presidencial.

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