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Em vez de vazar áudios, vaze do cargo, avisa Humberto a Michel Temer

Humberto pede que Michel Temer deixe o cargo de vice-presidente da República. Foto: Alessandro Dantas/ Liderança do PT no Senado

Humberto pede que Michel Temer deixe o cargo de vice-presidente da República. Foto: Alessandro Dantas/ Liderança do PT no Senado

 

O líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), fez, nesta terça-feira (12), um duro discurso de resposta ao vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), em razão do áudio em que o vice aparece fazendo um discurso como se a presidenta Dilma Rousseff tivesse sido derrubada do cargo. De acordo com Humberto, Temer deve deixar o cargo se não se sentir mais contemplado e não tiver mais apreço em seguir onde está.

Para o senador, o áudio de Temer é de uma infâmia inominável e demonstra que o peemedebista é um Conspirador-Geral da República instalado ao lado do Palácio do Planalto, traindo a confiança de uma mulher honrada, que foi sua companheira de chapa por duas vezes.

“Chega de cartas vazadas com tintas de mesquinhez. Chega de áudios vazados com discursos em falsete. Vaze do cargo, se ele não lhe contempla mais, se não tem mais apreço em seguir onde está. Vá às ruas, converse com os brasileiros, conquiste votos e, por meio de eleição, tente entrar legitimamente no Palácio do Planalto”, declarou.

O líder do Governo avalia que a fala de Temer, vazada ontem, escancara a forma absolutamente desleal e mesquinha com que ele vem agindo “nas sombras, tramando a derrubada da chefe do Executivo”. “Temer opera dia e noite para empurrar a presidenta da cadeira que ela conquistou por meio do voto popular”, disparou.

O parlamentar comentou que a rampa do Planalto está lá para ser galgada por qualquer brasileiro. “Mas ela não fica nos fundos do Palácio. Ela fica na frente, exatamente por onde Lula e Dilma subiram, cada um, por duas vezes, graças aos votos da expressiva maioria do povo brasileiro”, observou.

Humberto lamentou a sequência de fatos “dantescos” registrados já no início da semana, incluindo a aprovação do relatório pró-impeachment na comissão da Câmara dos Deputados.

Ele ressaltou que foi uma ironia da História assistir ontem “àquela anomalia jurídica” produzida pelo deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que é dentista de formação, ser entregue ao país tendo como fundo o quadro Tiradentes ante o carrasco, uma figura que foi injustamente imolada pela traição de terceiros.

“Esta mesma situação que, agora, querem reproduzir, de forma política, com outra mineira, a presidenta Dilma, às vésperas do mesmo 21 de abril em que o mártir da Inconfidência foi covardemente executado”, afirmou.

O líder do Governo lembrou que o colegiado responsável pela análise do processo de impedimento da presidenta foi montado a dedo pelo “golpista e revanchista” Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, réu por corrupção no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Faz parte de mais um ato de vergonha por parte da Câmara ver que mais da metade dos 38 parlamentares que votou ontem para processar Dilma por um crime que ela não cometeu responde a inquéritos na Justiça, entre eles o próprio relator, Jovair Arantes”, sublinhou. “Dilma não responde a nada nos tribunais”, destacou.
Para o líder do Governo, é vexatório ver o nível a que Cunha e Temer reduziram os seus respectivos cargos, em total desapreço às instituições republicanas e à democracia. “Nenhum dos dois merece as cadeiras em que estão sentados porque as utilizam descaradamente para a satisfação de vontades pessoais e caprichos políticos, ao trabalhar por esse nefasto e grotesco golpe”, disparou. “Mas nós vamos derrubar essa farsa tão logo ele chegue no plenário da Câmara”.

Parecer anti-Dilma é peça política para tomar de assalto o Planalto, diz Humberto

Humberto critica relatório que acata pedido de impeachment de Dilma. Foto: Alessandro Dantas/ Liderança do PT no Senado

Humberto critica relatório que acata pedido de impeachment de Dilma. Foto: Alessandro Dantas/ Liderança do PT no Senado

 

O líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), criticou nesta quarta-feira (6) o parecer feito pelo deputado Jovair Arantes (PTB-GO), relator na comissão especial da Câmara, que acata o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Para o senador, o relatório, que será votado pelo colegiado na próxima semana, é baseado em critérios aparentemente técnicos para somente tentar apagar os rastros da “vendeta política que verdadeiramente o motivam”. “Essa peça política é baseada em crime de responsabilidade que não houve. Nada mais é do que uma escancarada manobra para tomar de assalto a Presidência da República”, afirmou.

O parlamentar lembrou que o deputado Jovair deve a sua posição de relator, bem como outros favores, ao presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ), “cuja ficha corrida todos conhecem sobejamente, assim como também sabem sobre as razões de vingança por ele utilizadas para tentar derrubar a presidenta”.

Segundo Humberto, o parecer é uma aberração jurídica, uma violência à Constituição Federal e aos princípios básicos do Direito e do Estado democrático, pois imputa a uma governante legitimamente eleita um crime de responsabilidade que ela não cometeu “porque, de fato, não houve”. “É algo que nenhum cidadão pode imaginar numa democracia: ser levado a um tribunal e julgado por algo que não fez”, comentou.

Humberto ressaltou que os dois pontos que sustentam o pedido com o crime de responsabilidade a partir das chamadas pedaladas fiscais e da liberação de créditos suplementares – sem que houvesse autorização prévia do Congresso Nacional – já foram fartamente questionados, inclusive por muitos juristas.

Ele ressaltou que o Tribunal de Contas da União (TCU), que pediu a reprovação das contas da Presidência da República, nunca se importou com esse fato até o ano passado, pois é público e notório que os mesmos atos foram praticados durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso e do próprio presidente Lula.

“Além disso, o TCU fez isso, também, na aparente ignorância de que 17 governadores de Estado incorreram nas mesmas práticas de que Dilma é acusada – entre eles o de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB – sem que ninguém os moleste por isso”, disse.
O parlamentar avalia que isso só reforça a impressão de que há dois pesos e duas medidas com a finalidade única de oferecer elementos para subsidiar uma articulação política golpista e mesquinha, cujo alvo é a presidenta da República.

O líder do governo também registrou que Cunha, réu no STF e com 15 contas ilegais no exterior, se recusou a instalar uma comissão para avaliar o impeachment do vice-presidente da República, Michel Temer, acusado de ter cometido os “mesmos crimes” que Dilma. “É uma desmoralização completa para o Congresso Nacional ter um sujeito daquela estatura ética comandando um processo de impeachment”, disparou.

Por fim, o senador assegurou que o Governo está trabalhando com os aliados, dialogando e repactuando a base parlamentar para derrubar essa “monstruosidade jurídica” já na comissão especial do impeachment. “Depois, venceremos, também, no plenário da Câmara. Não seremos intimidados por muitos delinquentes que, hoje, estão no papel de julgadores de uma mulher honesta como a presidenta Dilma”, concluiu.

Reforma de Dilma realinha o governo e dinamiza o Brasil, diz Humberto

Humberto: medidas de Dilma são firmes e irão reduzir significativamente os gastos da máquina administrativa. Foto: Alessandro Dantas/ Líder do PT no Senado

Humberto: medidas de Dilma são firmes e irão reduzir significativamente os gastos da máquina administrativa. Foto: Alessandro Dantas/ Líder do PT no Senado

 

As medidas anunciadas pela presidenta Dilma Rousseff, nesta sexta-feira (2), são firmes, irão reduzir sensivelmente os gastos da máquina administrativa e dão uma sinalização clara à sociedade brasileira e ao mercado que o Governo Federal está fazendo um grande esforço, com cortes na própria carne, para superar o atual momento de dificuldade vivido pelo país. Esta é a avaliação do líder do PT no Senado, Humberto Costa, sobre as medidas adotadas pelo Governo.

Para Humberto, a redução de oito ministérios e 30 secretarias nacionais; o corte de 3 mil cargos em comissão; a redução em 20% dos gastos de custeio e de contratação de serviços de terceiros; e a redução em 10% do salário da própria presidenta, do vice-presidente e dos ministros de Estado mostram que a presidenta agiu como uma técnica diligente.

“Ela alterou a estrutura e a equipe para que a gente possa fazer mais gols em favor do Brasil. O Ministério é meio como time de futebol: se está ganhando, a gente não mexe. Mas, se não joga bem, a gente tem que fazer algumas mudanças”, declarou.

O senador lembrou que a iniciativa positiva do Governo, que vai melhorar a gestão pública, elevar a competitividade do País e continuar assegurando a igualdade de oportunidade aos cidadãos, é completamente diferente da observada na oposição. “O time adversário, esse não adianta: só joga na retranca, é mestre em penalidades e tem como meta fazer gol contra o Brasil”, disse.

O parlamentar ressaltou que a reforma não mexeu em pastas consideradas importantes para o Governo Dilma, que tem forte atuação ligada ao social. “Isso reforça claramente que o PT e o Governo Dilma mantêm o compromisso com os projetos sociais, que mudaram radicalmente a realidade do país nos últimos 13 anos”, avalia.

Ele cita como ponto positivo na questão social a nomeação da ministra da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes. Segundo ele, ela foi a primeira reitora negra de uma Universidade Federal e é a atual reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).
Humberto também elogiou o anúncio de que todos os contratos de aluguel e de prestação de serviços como vigilância, segurança e tecnologia da informação serão revistos. Além disso, a utilização de todo o patrimônio da União será reavaliada. “O governo só ficará com os prédios que servirem a políticas públicas. O resto será vendido”, observa.

Para o líder do PT no Senado, o Governo vai propiciar o reequilíbrio fiscal das contas públicas do país, a redução da inflação e ainda vai consolidar a estabilidade macroeconômica, aumentando a confiança na economia. “Isso é fundamental para mudarmos esse quadro atual que vivemos. O povo brasileiro pode confiar que o nosso país vai seguir avançando sem prejudicar as conquistas sociais dos últimos anos”, afirmou.
Principais medidas anunciadas:
- Criação da Comissão Permanente da Reforma do Estado;
- Extinção de oito ministérios; agora são 31;
- Extinção de 30 secretarias ligadas aos ministérios;
- Redução de 10% nos salários da presidenta, vice-presidente e ministros;
- Corte de 30% nos gastos de custeio;
- Imposição de limite de gastos com telefone, passagens e diárias em ministérios;
- Venda de todos os imóveis da União não necessários às políticas públicas
Nova composição da Esplanada dos Ministérios:
Aviação Civil: Eliseu Padilha (PMDB)
Agricultura: Kátia Abreu (PMDB)
Casa Civil: Jaques Wagner (PT)
Cidades: Gilberto Kassab (PSD)
Ciência e Tecnologia: Celso Pansera (PMDB)
Comunicação Social: Edinho Silva (PT)
Comunicações: André Figueiredo (PDT)
Cultura: Juca Ferreira (PT)
Defesa: Aldo Rebelo (PCdoB)
Desenvolvimento Agrário: Patrus Ananias (PT)
Desenvolvimento, Indústria e Comércio: Armando Monteiro (PTB)
Desenvolvimento Social e Combate à Fome: Tereza Campello (PT)
Educação: Aloizio Mercadante (PT)
Esporte: George Hilton (PRB)
Fazenda: Joaquim Levy (sem partido)
Integração Nacional: Gilberto Occhi (PP)
Justiça: José Eduardo Cardozo (PT)
Meio Ambiente: Izabella Teixeira (sem partido)
Minas e Energia: Eduardo Braga (PMDB)
Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos: Nilma Lino (PT)
Planejamento: Nelson Barbosa (sem partido)
Portos: Helder Barbalho (PMDB)
Previdência e Trabalho: Miguel Rossetto (PT)
Relações Exteriores: Mauro Vieira (sem partido)
Saúde: Marcelo Castro (PMDB)
Secretaria de Governo: Ricardo Berzoini (PT)
Transportes: Antonio Carlos Rodrigues (PR)
Turismo: Henrique Eduardo Alves (PMDB)
Órgãos com status de ministérios:
Advocacia-Geral da União: Luís Inácio Adams (sem partido)
Banco Central: Alexandre Tombini (sem partido)
Controladoria-Geral da União: Valdir Simão (sem partido)

Humberto entrega unidades do Minha Casa, Minha Vida em Petrolina

Humberto: nenhum corte, nenhum ajuste que seja feito na economia vai atingir o Minha Casa, Minha Vida.  Foto: Assessoria de Comunicação

Humberto: nenhum corte, nenhum ajuste que seja feito na economia vai atingir o Minha Casa, Minha Vida. Foto: Assessoria de Comunicação

 

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, desembarca, na manhã desta sexta-feira (18), em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, para a entrega de 900 unidades habitacionais construídas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, criado pela presidenta Dilma Rousseff.

As mais de 4 mil pessoas beneficiadas com as casas no Residencial Brasil irão receber as chaves dos imóveis numa solenidade que ocorrerá a partir das 11h. Construídas em parceria com a prefeitura do município, as unidades serão entregues também com a presença do prefeito Júlio Lóssio (PMDB), do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto (PTB), e de outras lideranças políticas.

“A conquista de uma casa é um momento muito importante na vida de um cidadão. A presidenta criou esse programa e tem um compromisso com ele. Nenhum corte, nenhum ajuste que seja feito na economia vai atingir o Minha Casa, Minha Vida. Já entregamos mais de 2,4 milhões de habitações aos brasileiros e seguiremos transformando sonhos em realidade”, afirmou o senador Humberto Costa. “O programa ajuda a desenvolver a economia e melhora a vida das pessoas. Petrolina é uma cidade estratégica dentro do Minha Casa, Minha Vida e o prefeito Júlio Lóssio tem sido um grande parceiro da presidenta”, afirmou Humberto.

O Residencial Brasil está com obras 100% concluídas. O projeto também vai oferecer aos moradores da localidade creche, transporte coletivo, brinquedos, quadra poliesportiva e área de lazer.

Humberto e oposição traçam estratégia para investimentos

Na pauta da reunião,  a criação de uma estratégia conjunta de defesa do governo Dilma e também do acompanhamento das obras federais no Estado

Na pauta da reunião, a criação de uma estratégia conjunta de defesa do governo Dilma e também do acompanhamento das obras federais no Estado

 

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, se reuniu, hoje, com a bancada de oposição da Assembleia de Legislativa de Pernambuco. Em pauta, a criação de uma estratégia conjunta de defesa do governo Dilma e também do acompanhamento das obras federais no Estado. Segundo o senador, com a previsão de contingenciamento dos recursos para este ano, por da conta crise econômica, é necessário definir as prioridades das ações no Estado.

“A oposição cumpre um papel importante de defesa do nosso governo e, por isso, temos que abrir canais de diálogos diretos com os parlamentares, até para se fazer o debate de forma adequada e a gente poder apresentar as propostas do que é prioridade. Os parlamentares estão diretamente em contato com a população. Então, essa troca é fundamental”, afirmou o líder do PT.

Entre as primeiras ações previstas, está o encontro de parlamentares com ministros, em Brasília. Além disso, foi elaborada uma agenda de reuniões mensais entre a bancada e o senador para fazer avaliações periódicas do andamento das ações. Humberto e os parlamentares também preparam a visita de ministros a obras importantes em Pernambuco.

“A vinda de Humberto à Assembleia Legislativa mostra a atenção que o senador dá ao legislativo estadual. Ele tem uma grande experiência na vida pública no legislativo. Já foi vereador, deputado estadual, federal e agora é senador. Este encontro é importante, também, para a gente colher sugestões sobre atuação da oposição, além de ser o caminho para ampliar o diálogo e ajudar a Assembleia a acompanhar as obras no Estado com forma de cobrar celeridade e apresentar resultados”, afirmou o líder da bancada oposicionista, Silvio Costa Filho (PTB).

LULA – O líder do PT, Humberto Costa, também disse que está prevista uma agenda do ex-presidente Lula (PT) em Pernambuco ainda este mês. Ele deverá participar da inauguração da fábrica da Itaipava, em Itapissuma, no litoral norte, prevista para acontecer próximo dia 17. A expectativa dos parlamentares é que, além da inauguração, Lula aproveite o momento para se reunir com lideranças políticas do Estado.

 

Humberto vai a Paulo Câmara tratar de obras federais

Foto: Alessandro Dantas/ PT no Senado

Foto: Alessandro Dantas/ PT no Senado

 

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), declarou nesta quarta-feira (25), em discurso na tribuna da Casa, que irá ao governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), para tratar de obras viárias federais realizadas no Estado.  De acordo com o parlamentar, a visita a Paulo Câmara tem como objetivo intensificar a parceria entre os Governos Federal e do Estado para dar efetividade às obras consideradas extremamente relevantes à população.

“Já disse e repito que, no que depender de mim, independentemente de quaisquer diferenças político-partidárias, estarei à frente dessa aproximação entre o Governo do Estado e o Governo Federal, sempre pronto ao diálogo aberto, para que afinemos nossas parcerias em favor dos interesses de Pernambuco”, afirmou.

“Vou procurar o governador Paulo Câmara, explicar claramente que não se trata de uma interferência nas questões do Estado, mas, acima de tudo, de uma parceria em todos os níveis de governo”, explicou Humberto.

Humberto lembrou que protocolou no Senado, juntamente com o senador Douglas Cintra (PTB-PE), um requerimento para a criação de uma comissão com a finalidade de fiscalizar e acompanhar algumas intervenções viárias federais em Pernambuco que são vitais para o Estado, como o Arco Metropolitano do Recife e as BRs 104 e 423.

A intenção do colegiado é garantir a execução dos empreendimentos, trabalhar pelo cumprimento dos cronogramas, alocação dos recursos necessários e destravar eventuais entraves administrativos havidos entre os diversos níveis de governo. ”É essa a missão que tenho com os pernambucanos, é para isso que fui eleito, é o compromisso que assumo no exercício do meu mandato de senador”, complementou.

Infância e juventude
No discurso, o senador comemorou, ainda, a aprovação, ontem, do projeto de sua autoria que criminaliza a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.

A proposta, que segue agora à sanção da presidenta Dilma Rousseff, aumenta a pena de detenção para um período de dois a quatro anos e prevê multas que variam de R$ 3 mil a R$ 10 mil reais, além de interdição do estabelecimento comercial infrator dessa lei.

“Daremos um grande salto na proteção das nossas crianças e adolescentes, legando ao país um instrumento efetivo para punição daqueles que colocam, de alguma forma, nossa infância e nossa juventude sob o risco nefasto do álcool”, avalia.

Humberto recebe prefeitos da Marta Norte para debater Arco

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Dando continuidade ao debate sobre o Arco Metropolitano, o líder do PT no Senado, Humberto Costa, recebeu, nessa quinta-feira, em Recife, prefeitos e empresários da Mata Norte de Pernambuco para debater o tema. O grupo defende a manutenção do traçado original do projeto, que prevê o seu início no município de Igarassu seguindo por São Lourenço da Mata. Na semana passada, o petista já havia se reunido com representantes do Fórum Sócio Ambiental de Aldeia, que defende um novo traçado para o Arco com a finalidade de preservar a Área de Proteção Ambiental (APA) na Mata de Aldeia, onde há mananciais e nascentes de rios, e por dentro de onde passava o roteiro original.

“O que queremos é unir forças e construir um entendimento entre todas as partes para garantir o desenvolvimento sustentável para o nosso Estado. São inegáveis os ganhos que Pernambuco terá com o Arco Metropolitano, que já tem recursos garantidos pelo Governo Federal”, disse Humberto. O líder do PT propôs, no Senado, uma comissão formada por cinco parlamentares para acompanhar o andamento de obras estruturais no Estado, como o Arco Metropolitano e a duplicação das BR 104 e 423.

Nesse sentido, Humberto está preparando audiências públicas nas regiões interessadas do Estado para tratar desses temas com representantes dos vários setores envolvidos, incluindo integrantes do Ministério dos Transportes e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), aos quais as obras estão ligadas.

“No caso da Arco, vamos agora trabalhar por uma convergência de um trajeto que possa contemplar as cidades e a questão ambiental. Temos que buscar o equilíbrio entre o desenvolvimento e a sustentabilidade”, afirmou o prefeito de Igarassu, Mário Ricardo (PTB). Também estiveram presentes o prefeito de Araçoiaba, Joamyr Alves (PDT), de Abreu e Lima, Pastor Marcos (sem partido) e de Itapissuma Cau Volia (PSDB).

Para Humberto, Chinaglia é o melhor para presidir a Câmara

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Líder do PT no Senado, Humberto Costa, disse, hoje, que o candidato do seu partido para a presidência da Câmara Federal, Arlindo Chinaglia, é quem reúne as melhores condições para assumir o comando da casa na nova legislatura.

“Chinaglia é preparado, já foi, inclusive, presidente da Câmara. Quem o conhece sabe que ele sempre defendeu o diálogo com todos, principalmente com a oposição. Ele representa aquilo que a Câmara está precisando, alguém que tenha bom senso, veja o que é melhor para o País e defenda a autonomia do poder legislativo”, afirmou Humberto.

Humberto acompanhou nesta manhã o encontro do candidato com a bancada federal de Pernambuco. Além dele, estiveram presentes os deputados federais Silvio Costa (PSC), Jorge Corte Real (PTB), Ricardo Teobaldo (PTB), Gonzaga Patriota (PSB), Adalberto Cavalcanti (PTB), Zeca Cavalcanti (PTB), Kaio da Maniçoba (PTB), Luciana Santos (PCdoB), Fernando Ferro (PT) e João Paulo (PT) e o futuro líder da bancada do PT na Câmara, Sibá Machado.

De acordo com o senador, a disputa na Câmara deve ser definida no segundo turno. “Acho que, até para o debate, é bom que tenha mais de dois nomes disputando. Assim, temos condições de distinguir melhor as propostas. Chinaglia está bastante otimista”, afirmou o senador.

Base maior no Senado dará sustentação a governo Dilma, diz Humberto

Foto: Alessandro Dantas/ PT no Senado

Foto: Alessandro Dantas/ PT no Senado

A nova legislatura que se inicia no próximo dia 1º de fevereiro deixará a base aliada no Senado Federal ainda maior. Os 27 novos senadores ou reeleitos que irão tomar posse no mês que vem farão com que a base de sustentação do governo da presidenta Dilma Rousseff, formada por PT, PMDB, PDT, PCdoB, PSOL, PRB, PP, PSD, PTB, PR e PSC, fique com 58 parlamentares – dois a mais do que a legislatura que se encerra neste mês.

“As mudanças na composição da Casa, com a eleição de novos parlamentares e nomeação de ministros para o governo, nos dão uma maior vantagem, em tese, para que possamos votar os projetos de interesse da população com mais tranquilidade”, avalia o líder do PT no Senado, Humberto Costa.

Segundo ele, porém, a quantidade de parlamentares que integra os partidos aliados não significa, necessariamente, que o andamento dos trabalhos legislativos será mais fácil para o Palácio do Planalto. “Falamos em tese porque, muitas vezes, as votações dependem dos contextos momentâneos políticos, econômicos e sociais que se passam. Tudo deve ficar mais claro a partir das primeiras votações do ano”, afirma Humberto.

O parlamentar lembra ainda que há dissidências em partidos como PMDB, PDT, PP e PTB e independência em relação ao PSOL que também devem ser observadas.

O fato é que a nova bancada governista representará quase 72% dos 81 congressistas que compõem o Senado. O maior quórum para aprovação de matéria na Casa, por exemplo, é o de Proposta de Emenda à Constituição (PEC). São necessários 49 senadores, três quintos do total, para que uma PEC passe pelo crivo dos parlamentares.

A maior bancada do Senado continuará sendo a do PMDB, com 18 parlamentares, seguida do PT, com 13, e do PSDB, com 11. Assim, pelo regimento interno e tradição do parlamento, o partido do presidente do Senado, Renan Calheiros, segue com a vantagem de poder indicar a maioria dos cargos na Mesa Diretora e das comissões.

No dia 2 de fevereiro, os 81 senadores irão se reunir para eleger o novo presidente e demais membros da Mesa que irão comandar o Senado nos próximos dois anos. Depois serão eleitos os demais membros da nova Mesa do Senado, dois vice-presidentes, quatro secretários e quatro suplentes de secretários.

Armando terá olhar especial para o Nordeste, diz Humberto

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

 

A confirmação oficial do nome do senador Armando Monteiro (PTB-PE), nesta segunda-feira (1), para ser o titular do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) foi comemorada pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE). Armando, que já foi presidente da Confederação Nacional da Indústria e disputou o governo de Pernambuco nas eleições deste ano – com o apoio de Humberto –, ganhou um mandato no Senado por oito anos na mesma coligação do petista, no pleito de 2010.

De acordo com Humberto, o colega assume o cargo com um currículo que traz larga qualificação e experiência no setor e profundo conhecimento dos problemas da indústria e comércio, particularmente do comércio exterior. “É alguém que pode ser um canal de diálogo importante entre o governo e o empresariado, particularmente aqueles setores vinculados à área de produção e de serviços”, avalia.

Para o petista, a nomeação de Armando também é importante para o Nordeste e para Pernambuco. Ele acredita que o novo ministro terá um olhar especial destinado à região, que, para se desenvolver e crescer, tem a industrialização como meta. “Creio que ele terá um olhar diferenciado para essas regiões menos desenvolvidas, para que a industrialização ali chegue”, disse.

“Além disso, a escolha dele também é politicamente relevante para nós de Pernambuco, pois simboliza o fato de que a presidenta Dilma terá um olhar especial para o nosso estado”, afirmou.

O parlamentar ressaltou ainda que a indicação de Armando ao MDIC retrata o que a presidenta tem dito desde que foi eleita, que vai buscar o diálogo, um governo para todos. “O objetivo é fazer com que o país cresça e se desenvolva, que continuemos com um olhar especial para o setor produtivo. Então, é a confirmação de tudo que ela tem dito”, diz.

Cerimônia
Na cerimônia que oficializou Armando, ele apresentou os pilares da política que irá conduzir à frente da pasta. Inicialmente, ressaltou a solidez da economia brasileira durante a crise financeira internacional e a robustez do mercado de trabalho do País.

O petebista assume o MDIC e terá como companheiros de Esplanada já confirmados, a partir de 2015, Joaquim Levy, futuro ministro da Fazenda, e Nelson Barbosa, futuro ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão.

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