No 1º de Maio, Humberto diz que mobilização pode barrar o golpe

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O líder do governo no Senado, Humberto Costa, participou hoje do ato do Dia do Trabalho promovido pela Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, no Recife. Mesmo com chuva, Humberto se juntou a milhares de pessoas saíram em caminhada da Praça do Derby até o Marco Zero ruas para protestar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Este não é um ato de um partido A ou B. Não é o cargo de uma pessoa que está em jogo. Está em risco a nossa democracia, os direitos trabalhistas, os programas sociais. Nós não podemos deixar esse golpe de estado acontecer”, afirmou Humberto Costa.
Para o senador, o movimento contra contra o impeachment tem crescido nos últimos tempos e a luta constante pode garantir a pressão necessária para barrar o processo. “Se nós continuarmos, mobilizados, unidos, denunciando o golpe, estivermos nas ruas e fizermos uma grande greve geral no dia 10, eu tenho certeza que não tem para Rede Globo, para o PSDB ou para Cunha. Vamos barrar este golpe”, afirmou. No próximo dia 10 de maio, trabalhadores e centrais sindicais de todo o País pretendem fazer uma paralisação geral para protestar contra o impeachment.
Humberto criticou ainda o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), que tem articulado abertamente pelo afastamento da presidente. “Esse é um golpe sim. Um golpe institucional para tirar uma presidente eleita com o voto de 54 milhões de brasileiros e colocar um conspirador, um homem que nunca teve voto se quer para se eleger para uma vaga no Senado e que hoje quer entrar pela porta dos fundos para ser Presidente da República”, disse Humberto.
 

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O líder do governo no Senado, Humberto Costa, participou hoje do ato do Dia do Trabalho promovido pela Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, no Recife. Mesmo com chuva, Humberto se juntou a milhares de pessoas saíram em caminhada da Praça do Derby até o Marco Zero ruas para protestar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Este não é um ato de um partido A ou B. Não é o cargo de uma pessoa que está em jogo. Está em risco a nossa democracia, os direitos trabalhistas, os programas sociais. Nós não podemos deixar esse golpe de estado acontecer”, afirmou Humberto Costa.
Para o senador, o movimento contra contra o impeachment tem crescido nos últimos tempos e a luta constante pode garantir a pressão necessária para barrar o processo. “Se nós continuarmos, mobilizados, unidos, denunciando o golpe, estivermos nas ruas e fizermos uma grande greve geral no dia 10, eu tenho certeza que não tem para Rede Globo, para o PSDB ou para Cunha. Vamos barrar este golpe”, afirmou. No próximo dia 10 de maio, trabalhadores e centrais sindicais de todo o País pretendem fazer uma paralisação geral para protestar contra o impeachment.
Humberto criticou ainda o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), que tem articulado abertamente pelo afastamento da presidente. “Esse é um golpe sim. Um golpe institucional para tirar uma presidente eleita com o voto de 54 milhões de brasileiros e colocar um conspirador, um homem que nunca teve voto se quer para se eleger para uma vaga no Senado e que hoje quer entrar pela porta dos fundos para ser Presidente da República”, disse Humberto.
 

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O líder do governo no Senado, Humberto Costa, participou hoje do ato do Dia do Trabalho promovido pela Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, no Recife. Mesmo com chuva, Humberto se juntou a milhares de pessoas saíram em caminhada da Praça do Derby até o Marco Zero ruas para protestar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Este não é um ato de um partido A ou B. Não é o cargo de uma pessoa que está em jogo. Está em risco a nossa democracia, os direitos trabalhistas, os programas sociais. Nós não podemos deixar esse golpe de estado acontecer”, afirmou Humberto Costa.
Para o senador, o movimento contra contra o impeachment tem crescido nos últimos tempos e a luta constante pode garantir a pressão necessária para barrar o processo. “Se nós continuarmos, mobilizados, unidos, denunciando o golpe, estivermos nas ruas e fizermos uma grande greve geral no dia 10, eu tenho certeza que não tem para Rede Globo, para o PSDB ou para Cunha. Vamos barrar este golpe”, afirmou. No próximo dia 10 de maio, trabalhadores e centrais sindicais de todo o País pretendem fazer uma paralisação geral para protestar contra o impeachment.
Humberto criticou ainda o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), que tem articulado abertamente pelo afastamento da presidente. “Esse é um golpe sim. Um golpe institucional para tirar uma presidente eleita com o voto de 54 milhões de brasileiros e colocar um conspirador, um homem que nunca teve voto se quer para se eleger para uma vaga no Senado e que hoje quer entrar pela porta dos fundos para ser Presidente da República”, disse Humberto.
 

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