Dilma: Plano Safra do Semiárido é passo histórico para enfrentar o desafio da convivência com a seca


Nesta semana, o Café com a Presidenta traz uma edição especial para os estados do Nordeste, em que a presidenta Dilma Rousseff fala do Plano Safra do Semiárido, com investimentos de R$ 7 bilhões para dar condições para que os agricultores possam produzir com técnicas adaptadas ao clima da região, e para que não percam suas lavouras ou animais quando chega a seca. É a primeira vez que um plano é desenhado para uma área específica. Nesta semana, a presidenta ainda falou sobre o Plano Safra da Agricultura Familiar, com um aporte de R$ 21 bilhões para o custeio e os investimentos na safra 2013/2014.
“Pela primeira vez no nosso país, nós fizemos um Plano Safra específico para o Semiárido. É isso mesmo que você ouviu, um Plano Safra para a região mais seca do nosso país. Porque nós queremos e temos certeza que podemos tornar o Semiárido uma região produtiva, gerando trabalho e renda para os agricultores o ano inteiro. As populações que vivem nas regiões semiáridas do nosso país não podem ficar condenadas a sofrer perdas e passar tantas dificuldades a cada estiagem. (…) Por isso, com este Plano Safra, nós estamos dando um passo histórico para enfrentar o desafio da convivência com a seca”, afirmou Dilma.
A presidenta ainda elencou as medidas já tomadas para diminuir o sofrimento das famílias que convivem com um dos piores períodos de seca dos últimos 50 anos: o Bolsa Estiagem e o Garantia Safra foram ampliados, a maior operação Carro-Pipa da história foi feita com a participação do Exército, mais de 600 mil toneladas de milho foram oferecidas com preços subsidiados e ainda foram instaladas 300 mil cisternas na região. E, dos R$ 7 bilhões do Plano Safra do Semiárido, R$ 4 bilhões vão para a agricultura familiar, e outros R$ 3 bilhões serão destinados para os médios e grandes produtores.
“Com esses recursos, nós vamos ajudar os agricultores do Semiárido a retomar a produção, recuperar os rebanhos, e o que é muito importante, fazer reservas de água e de alimento para os meses de seca. Não podemos aceitar que os nossos agricultores não tenham água nas suas propriedades ou alimento para o rebanho durante a estiagem. Por isso, nós vamos estimular o cultivo da palma forrageira, do milheto, do sorgo e de outras plantas adaptadas ao Semiárido que servem de alimento para os animais. Faremos a silagem desses produtos para que sempre haja uma reserva de forragem para alimentação do seu rebanho. Também queremos recuperar e fortalecer a produção e o consumo de alimentos regionais, como, por exemplo, a mandioca, além da criação de ovinos e caprinos, porque eles já estão adaptados ao Semiárido”, explicou.
Fonte: Blog do Planalto.

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