Humberto apoia manifesto do Clube de Engenharia e entidades empresariais contra a destruição da economia brasileira

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Para Humberto, o Brasil inteiro está vendo e condenando o que esse presidente golpista está querendo fazer com a nossa economia. Foto:  Jefferson Rudy/Agência Senado
Para Humberto, o Brasil inteiro está vendo e condenando o que esse presidente golpista está querendo fazer com a nossa economia. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), avaliou como positivo o manifesto lançado pelo Clube de Engenharia, juntamente com entidades empresariais, associações de engenheiros e profissionais do setor, contra “a contínua deterioração da economia”. Para o parlamentar, o objetivo do governo Temer é de “destruir gradativamente a economia brasileira”. Pensamento com o qual comunga boa parte da sociedade civil organizada.
“O Brasil inteiro está vendo e condenando o que esse presidente golpista está querendo fazer com a nossa economia. É uma destruição gradativa, em todos os setores, que Temer e seu ministro Henrique Meirelles estão impondo ao País”, denunciou Humberto.
O manifesto foi articulado com a Frente Parlamentar em Defesa da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional e também alertou sobre a “dilapidação do patrimônio da Petrobrás”. Segundo a nota, a estatal foi, ao longo da história brasileira, “a âncora do nosso desenvolvimento industrial, responsável pela cadeia de mais de 5.000 fornecedores nacionais e estrangeiros”.
O senador também enfatiza que o governo não eleito tem um claro objetivo para com a Petrobrás e com todo o patrimônio público brasileiro. “Ou vender de imediato para fazer caixa, ou desmontar a instituição a ponto de tornar esse patrimônio irrelevante para poder privatizar, sum culpa, e vendendo a ideia de que estão fazendo um excelente negócio”, pontuou o senador petista.
Diz, ainda, a nota: “A Petrobras está sendo dilapidada de ativos valiosos, vendidos sem transparência na ‘bacia das almas’ e passa a fazer coro com as petroleiras estrangeiras para combater políticas de conteúdo local, indispensáveis à sobrevivência de empresas e de empregos, e também para prorrogar por mais 20 anos a maior renúncia fiscal da nossa história, o Repetro, quando se sabe quão difícil é a situação financeira da União e dos Estados, diante da queda contínua da arrecadação de impostos”.
Os signatários do documento afirmam também que “o Brasil é uma das dez maiores economias do mundo e não pode ser reduzido à condição de mero exportador de grãos, de carnes e recursos minerais. Abrir mão da sua base industrial nos remete novamente à condição de colônia”.
Humberto Costa se comprometeu com o manifesto do Clube de Engenharia e das entidades empresariais, garantindo que “não baixará a guarda e lutará contra todo esse plano de privatização que o governo Temer que implantar no Brasil”.

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