Mais de 1,2 milhão de famílias já foram beneficiadas pelo Água Para Todos, diz Humberto

Com esses reservatórios, as famílias pobres conseguem criar animais e manter o cultivo de alimentos durante a seca. Foto: Portal Brasil
Com esses reservatórios, as famílias pobres conseguem criar animais e manter o cultivo de alimentos durante a seca. Foto: Portal Brasil

 
 
O programa do Governo Federal, Água Para Todos, já entregou 133 mil tecnologias sociais de acesso à água para mais de 1,2 milhão de famílias de baixa renda do semiárido nordestino.
Graças a essas tecnologias, a população está aprendendo a conviver com a seca e produzindo alimentos na região mesmo durante a estiagem. Entre 2003 e setembro de 2015, o governo da presidenta Dilma já distribuiu cisternas do tipo calçadão e de enxurrada, barragens subterrâneas e barreiros trincheira, que são algumas das tecnologias disponibilizadas para essas famílias por intermédio do Água Para Todos.
“Ajudar a aplacar os efeitos da seca é uma das maiores conquistas dos nossos governos. Desde a época do presidente Lula, o Governo Federal prioriza ações como essas. É mais um meio de dar dignidade a um povo sofrido, que sempre tratado com esmolas”, afirmou o líder do PT no Senado, Humberto Costa.
Com esses reservatórios, as famílias pobres conseguem criar animais e manter o cultivo de alimentos durante a seca. A implantação das tecnologias sociais de captação e armazenamento de água, aliada a outras políticas públicas, permitem que a convivência com a seca tenha um pouco mais de alívio. Cisternas instaladas na região armazenam até 16 mil litros de água atendendo a milhares de famílias por um período de até oito meses de estiagem.
As maiores beneficiadas são mulheres e crianças, sobre quem recaía a tarefa de ter que caminhar longas distâncias e perder várias horas do dia para buscar água. Antes das cisternas, cada família perdia, em média, até seis horas por dia para ir buscar água em açudes – tempo que hoje pode ser dedicado a outras tarefas e para a melhoria da convivência familiar.
O Água para Todos é um programa do Governo Federal executado pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), da Integração Nacional, do Meio Ambiente, além da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), da Fundação Banco do Brasil, da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Mais de 1,2 milhão de famílias já foram beneficiadas pelo Água Para Todos, diz Humberto

Com esses reservatórios, as famílias pobres conseguem criar animais e manter o cultivo de alimentos durante a seca. Foto: Portal Brasil
Com esses reservatórios, as famílias pobres conseguem criar animais e manter o cultivo de alimentos durante a seca. Foto: Portal Brasil

 
 
O programa do Governo Federal, Água Para Todos, já entregou 133 mil tecnologias sociais de acesso à água para mais de 1,2 milhão de famílias de baixa renda do semiárido nordestino.
Graças a essas tecnologias, a população está aprendendo a conviver com a seca e produzindo alimentos na região mesmo durante a estiagem. Entre 2003 e setembro de 2015, o governo da presidenta Dilma já distribuiu cisternas do tipo calçadão e de enxurrada, barragens subterrâneas e barreiros trincheira, que são algumas das tecnologias disponibilizadas para essas famílias por intermédio do Água Para Todos.
“Ajudar a aplacar os efeitos da seca é uma das maiores conquistas dos nossos governos. Desde a época do presidente Lula, o Governo Federal prioriza ações como essas. É mais um meio de dar dignidade a um povo sofrido, que sempre tratado com esmolas”, afirmou o líder do PT no Senado, Humberto Costa.
Com esses reservatórios, as famílias pobres conseguem criar animais e manter o cultivo de alimentos durante a seca. A implantação das tecnologias sociais de captação e armazenamento de água, aliada a outras políticas públicas, permitem que a convivência com a seca tenha um pouco mais de alívio. Cisternas instaladas na região armazenam até 16 mil litros de água atendendo a milhares de famílias por um período de até oito meses de estiagem.
As maiores beneficiadas são mulheres e crianças, sobre quem recaía a tarefa de ter que caminhar longas distâncias e perder várias horas do dia para buscar água. Antes das cisternas, cada família perdia, em média, até seis horas por dia para ir buscar água em açudes – tempo que hoje pode ser dedicado a outras tarefas e para a melhoria da convivência familiar.
O Água para Todos é um programa do Governo Federal executado pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), da Integração Nacional, do Meio Ambiente, além da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), da Fundação Banco do Brasil, da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).