Para Humberto, Brasil está unido em torno de Dilma

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), avalia que o Brasil está unido em torno da candidatura à reeleição da presidenta Dilma Rousseff, oficializada no sábado (21) durante convenção nacional do PT. O evento, ocorrido em Brasília com forte participação da militância, também renovou a chapa presidencial com o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), partido aliado que já havia aprovado a composição partidária. Humberto, presente à convenção, comemorou o entusiasmo dos presentes e acredita que a campanha vai às ruas.
“Temos de defender o legado desses quase 12 anos de governos do PT. O país teve muitas conquistas nesse período. Vamos às ruas ajudar a continuar essa revolução social que vivemos, esclarecer as pessoas. Essa será a eleição em que a verdade tem de vencer o ódio e a desinformação”, afirmou Humberto.
Em discurso, a presidenta destacou que a prioridade, agora, é implantar um novo ciclo de desenvolvimento para o Brasil, com foco na melhoria dos serviços públicos, principalmente educação e saúde. “Eu acredito que nós nos propomos a construir não apenas um novo ciclo de desenvolvimento, mas construir, principalmente, um novo ciclo histórico junto com o povo brasileiro”, declarou.
“Esse novo ciclo histórico vem sendo gerado desde o governo Lula. O pilar básico é a transformação da qualidade da educação. Além disso, é necessário fazer uma reforma política e federativa no país”, complementou. De acordo com a presidenta, o projeto de futuro deve vencer aqueles que querem voltar ao passado.
Já o ex-presidente Lula convocou a militância para ir às ruas defender o legado petista. Ele afirmou que não tem medo de discutir e comparar dados com os opositores em nenhuma área do país. “O que aconteceu com a presidenta Dilma na Copa do Mundo me fez dobrar todo e qualquer esforço para reelegê-la”, comentou Lula, ao lembrar dos xingamentos no estádio Itaquerão, em São Paulo. Lula disse que as mulheres não podem ser tratadas como objeto de cama e mesa. “Elas são agentes de transformação”, disparou.

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